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Atas do DEPECO

ATA ASSEMBLÉIA MAIO 2003
Ata da Assembléia Geral Ordinária do Departamento de Ecocardiografia da Sociedade Brasileira de Cardiologia – 03 de maio de 2003 – Pousada do Rio Quente, Goiás.

Aos três dias do mês de maio de 2003 reuniram-se em assembléia geral, na sala A do Hotel da Pousada do Rio Quente, em Goiás, a diretoria e membros associados do Departamento de Ecocardiografia da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Os trabalhos forma iniciados às 19:00 horas pelo presidente do Departamento, Dr. Carlos Eduardo Suaide Silva.

O Dr. Carlos Eduardo explicou que o primeiro item da assembléia referia-se à aprovação da ata da assembléia anterior, enfatizando que a ata havia sido previamente colocada no site do departamento para que todos lessem de maneira pormenorizada.

A ata então foi aprovada por unanimidade por todos os membros presentes na assembléia.

Dr. Carlos Eduardo passou a apresentar a diretoria do departamento de Ecocardiografia do SBC que foi eleita para o biênio 2003/2004.

Dessa forma ele especificou que a diretoria é composta além dele como presidente, do Dr. Luciano Herman Juaçaba Belém como vice-presidente, Dr. José Luiz Barros Pena como secretário, Dr. Jorge Eduardo Assef como tesoureiro e a Dra. Cláudia Gianini Mônaco como editora da revista do Departamento de Ecocardiografia.

O Conselho Deliberativo do Departamento foi composto, de acordo com o regimento, por oito membros, ficando constituído pelo Dr. Alfredo Pazzini Neto de Minas Gerais, Dr. Antônio Carlos Sobral Souza de Sergipe, Dr. Benedito Carlos Maciel de São Paulo, Dr. Jamil Matar Valente de Santa Catarina, Dr. José Carlos Araújo Hartel do Rio Grande do Sul, Dr. Luiz Fernando Salazar de Oliveira de Pernambuco, Dr. Manoel Adán Gil de São Paulo e Dr. Washington Barbosa de Araújo do Rio de Janeiro.

Além disso, o Dr. Carlos Eduardo explicitou a comissão de habilitação que ficou constituída pelo Dr. Carlos Henrique Fischer de São Paulo como coordenador, Dr. Marcelo Luiz Campos Vieira de São Paulo, Dra. Samira Morhy Borges Leal de São Paulo e Dra. Simone Fontes Pedra também de São Paulo. A comissão de ensino ficou com os seguintes membros: Dr. Rodrigo Bellio Mattos Barretto de São Paulo, Dr. José Luiz Barros Pena de Minas Gerais e Dr. Luiz Henrique Weitzel, do Rio de Janeiro.

A comissão de informação em internet ficou constituída pelo Dr. Orlando Campos Filho de São Paulo, Dr. Edgar Bezerra de Lira Filho de São Paulo e Dr. Luiz Darcy Cortez Ferreira de São Paulo.

O Dr. Carlos Eduardo disse que é importante repetir o que já foi falado na abertura do congresso e que a diretoria atual do Departamento tem como objetivos principais dois que são mais importantes que constituem o estímulo ao ensino, ou seja, a educação médica continuada, e o amparo à realização profissional de cada um de nossos sócios. Ele se salientou que esses são os dois assuntos principais que vão nortear os dois anos em que ele estará à frente na diretoria. Indicou que é importante trabalhar conjuntamente com a SBC valorizando nosso aspecto profissional. O Dr. Carlos Eduardo relatou que vem tendo vários diálogos com Dr. Juarez Ortiz principalmente acerca da implantação de novas tabelas de honorários médicos e que isso vai ser objeto de discussões futuras através dos meios de comunicação do Departamento.

Em seguida o Dr. Carlos Eduardo indicou que deveria se passar para o relatório financeiro do Departamento, salientando que tem sido colocado mensalmente no nosso site o balanço financeiro disponível para que quiser acessar na área restrita dos sócios. O Dr. Jorge Assef tomou a palavra e disse que gostaria de parabenizar o tesoureiro da gestão anterior de Departamento, Dr. José Maria Del Castillo e o ex-presidente do Departamento Dr. Djair Ribeiro Filho pela excelente atuação no que diz respeito ‘a área financeira do Departamento, indicando que eles foram os grandes responsáveis pela posição financeira em 31 de dezembro de 2002 de R$ 306.453,70.

O Dr. Jorge lembrou quando eles assumiram o departamento foi necessário bater ‘a porta da SBC, entretanto eles conseguiram superar todas as dificuldades e nos entregar o departamento numa situação financeira muito boa. Assim o Dr. Jorge frisou que gostaria de deixar registrado o agradecimento ‘a essa diretoria anterior do departamento que tanto se esforçou para obter esse ajuste financeiro.

Ele salientou que, apesar do número expressivo nos trazer alegria, algumas mudanças no cenário internacional e nacional trouxeram preocupações.

Dessa forma houve término das parcerias com as empresas, isto é, hoje nós não temos mais as parcerias com as empresas em que a gente obtia uma entrada anual certa para o departamento.

Ele disse também que foi havendo fusões de empresas patrocinadoras e que enquanto nós tínhamos disponíveis doze a treze empresas, hoje estamos restritos a pouco mais de cinco ou seis empresas, o que diminuiu muito o universo de negociações, principalmente nos congressos.

O aumento do dólar e o retorno da inflação também constituíram-se em agravantes nesse cenário que nós temos que enfrentar.

O Dr. Jorge ainda explicou que infelizmente o ano passado nós tivemos um congresso que não foi satisfatório do ponto de vista financeiro.

Além disso, houve elevação do custo mensal do Departamento de Eco pelo retorno da inflação e aumento do dólar.

Assim a atual diretoria decidiu tomar algumas medidas de imediato não só para manter esse equilíbrio financeiro, mas também para reforçar nossa posição financeira.

Foi aumentado o valor da anuidade de R$ 150,00 para R$ 174,00, podendo este valor ser parcelado em até 03 vezes. Também foi instituída uma correção do valor para os pagamentos efetuados após a data limite.

Dr. Jorge explicou que também foi aumentado o valor cobrado para realização da prova de título de especialista de R$ 150,00 para R$ 174,00.

Foram feitas também mudanças de posições “bancárias” de aplicações no mesmo banco e transferência de uma conta de um banco para o outro visando a melhor remuneração do dinheiro arrecadado.

Ele explicou ainda que isso se constitui numa bandeira da atual diretoria, de que os congressos devam ser financeiramente auto-suficientes e supervisionados pelo departamento.

Ele explicou que o congresso deve ser supervisionado pelo departamento, pois se o congresso for deficitário a responsabilidade é do departamento e o departamento somos todos nós.

Então nada mais justo que nós, acrescentou ele, enquanto departamento, façamos a supervisão do andamento financeiro dos congressos.

Então elaboramos uma planilha orçamentária constituída por custos x receita e o primeiro resultado deste congresso nos assustou muito, pois foi um congresso muito deficitário.

Neste cenário nós iniciamos a nossa ação nas receitas fazendo uma mudança na oferta dos produtos do congresso para as empresas.

Assim acabou esta história da empresa comprar um estande por R$ 5.000,00, ganhar muito dinheiro vendendo equipamentos e o ônus de um congresso que gira entre R$ 400.000,00 e R$ 500.000,00 caber totalmente ao departamento.

Elaboraram-se então diferentes pacotes: as empresas têm que comprar obrigatoriamente além do estande, secretarias ou circulares ou estandes com sinalização, logomarca nas pastas, passando a cobrar por estes pacotes valores mais altos.

Fizemos então a adequação dos custos do congresso para obtenção de um resultado financeiro satisfatório, ou seja, elevamos o valor das receitas por meio desses pacotes que constituíram vários tipos de pacotes com vários preços e atuamos nos custos, por exemplo, corte da passagem aérea para os convidados, festas e decorações mais simples.

Começamos a comparar qual era a nossa receita com o custo e isso foi feito desde seis meses atrás até aqui.

Tivemos um controle rigoroso junto da empresa com a qual contratamos que foi a Central de Eventos da SBC dos custos e das receitas do Congresso.

Assim foi feito um controle semanal e diário da planilha orçamentária e obtivemos então, graças a Deus, um congresso superavitário, mesmo fora de uma grande capital, num lugar de difícil acesso.

Em seguida Dr. Jorge apresentou os resultados obtidos até 15 de abril de 2003. Nessa época nós tínhamos 1.012 sócios quites, embora estes números sejam pouco diferentes devido às instruções que foram feitas aqui, isto constitui em R$ 199.509,50.

Com quarenta novas inscrições foi arrecadado R$10.196,00.

Arrecadamos com a prova de título de especialista só nesse congresso R$12.374,00.

O Departamento pagou para o congresso aproximadamente R$ 55.000,00 que antes foi feita a reserva do local e dos convidados e estamos tendo um gasto mensal aproximado em torno de R$ 10.000,00 às vezes R$ 8.000,00 e algumas vezes R$ 12.000,00, quando se tem que fazer postagem de revistas.

Então a posição financeira nessa data era de R$ 434.042,96. Assim recebemos com R$ 306.000,00 e em 15/04 tínhamos R$ 434.000,00. Assim qual é a nossa previsão ou a presunção ressarcimento do 15º Congresso dos mesmos R$ 54.948,50 isso será feito já na semana que vem e o Congresso mesmo devolvendo esse R$ 55.000,00 ainda sobrará o valor que eu mostrarei.

Nós estamos conseguindo aplicações líquidas de ao menos 1.3% a 1.5% ao mês, que dará, ao longo dos doze meses do ano, cerca de 10,5% mais R$ 51.000,00. Tirando aproximadamente R$ 10.000,00 de gasto com departamento ao mês então retirando R$80.000,00 nós temos que recuperar (isso é outra bandeira da nossa parte financeira) as anuidades atrasadas. Duzentos e vinte e nove indivíduos devem ainda o ano de 2003 e que grande parte deve pagar, acredito, no fim do ano. Isso vai constituir em R$ 39.846,00. Oitenta e sete indivíduos devem 2002 e 2003, constituindo R$21.663,00 alguns (103) devem desde 2001, levando ao montante de R$ 33.372,00. Parecia que nós perdemos 170 sócios que não pagavam desde 1996, configurando R$ 55.080,00 então eu fiz essa animação inclusive cortando a linha mostrando que achava recuperado, mas nesse Congresso um dos sócios quitou desde 96.

Nós estamos trabalhando com a expectativa de recuperar pelo menos um terço dos sócios que devem de dois anos para cá, o que representaria ao longo do ano, mais uma entrada de R$ 31.624,00.

Hoje, continuou ele, tenho o prazer de anunciar que este Congresso trará um lucro de aproximadamente R$60.000,00, fora os R$ 55.000,00 que nós estamos devolvendo para o departamento.

Pode ser cinco mil a mais ou cinco mil a menos, o que ainda dependerá de alguns fechamentos e acertos que serão feitos brevemente. Então a nossa previsão bancária estimada para o fim do ano é de R$ 551.000,00. Se nós somarmos esse valor atual de R$ 434.000,00 a todas estas entradas menos a saída de R$ 80.000,00.

O saldo bancário que nos foi passado em 31/12/02 foi cerca de R$ 306.453,00. Isso gerou uma diferença de R$ 245.278,00, o que representa simplesmente 80% a mais do que o dinheiro que nós recebemos durante um ano.

Eu quero concluir dizendo que o dinheiro do Departamento de Ecocardiografia pertence aos seus sócios e com eles deverá ser utilizado.”

O Dr. Carlos Eduardo Soares Silva então passou a pauta para os assuntos gerais. Ele disse que um assunto geral que a diretoria gostaria de discutir com sócios e informar a atual situação diz respeito às áreas comuns entre as diversas especialidades.

A AMB quis colocar uma regra, normatizar, regulamentar as sociedades que tinham áreas de interesse comum para que se pudesse confeccionar esta nova tabela de procedimentos.

Para fazerem isso eles pediram que estas especialidades firmassem um convênio e que este convênio fosse então assinado pelas sociedades de interesse e aí sim a AMB regulamentaria essas áreas de interesse em comum. Já estamos com o problema resolvido em relação ao pessoal da Cardiologia Pediátrica.

Assim, a Cardiologia Pediátrica é uma área de interesse comum entre a Cardiologia e a Pediatria. A Cardiologia Pediátrica então, torna-se uma especialidade que abriga o pediatra como formação inicial e que depois fez cardiologia, assim como o cardiologista, que depois de sua formação inicial, especializou-se em Cardiologia Pediátrica.

Já foi firmado um convênio entre a SBC e a Sociedade Brasileira de Pediatria normatizando como deve ser a relação entre as duas especialidades no tocante a realização de provas de título, como serão realizadas as provas, por quem elas deverão ser feitas, etc.

Assim esse documento veio para SBC, continuou o dr. Carlos Eduardo, nós verificamos se estava tudo correto e foi proposta a formação de uma comissão com dois membros de cada especialidade e essa comissão é que foi considerada soberana para definir a prova, data e todos os assuntos referente à esse tema. Para a AMB essa comissão é que vai tratar desses assuntos de interesse comum. Já o Vascular é uma área em que entram três especialidades com áreas de interesse como: Radiologia, Angiologia e Cirurgia Vascular e a Ecocardiografia (Cardiologia). Este documento chegou para a gente da Pediatria eu adaptei para estas três sociedades fizemos um convênio e uns contratos, são contratos da cooperação entre as sociedades e a SBC enviou para outras duas para que fosse assinado por elas e assim mandado para a AMB e aí estaria regularizada a situação do vascular. O dr. Luciano Belém pediu que a gente colocasse isso na Assembléia é que eu acredito que eles tenham recebido este documento acerca de uns 15 dias atrás no máximo; então houve uma reunião de Vascular aqui durante Congresso e a idéia neste documento está a mesma coisa formar uma comissão de dois representantes de cada especialidade isto iria para a AMB. O Luciano disse que nesta reunião eles falaram em colocar três pessoas de cada especialidade. Isto mostra que talvez não tenha recebido este documento ainda. A situação do Vascular hoje é essa a idéia que foi conversada, continuou o dr. Carlos Eduardo, conversei com Nostradamus da Radiologia, conversei com o vice-presidente da Radiologia, o Nestor que é o secretário da AMB também por telefone e a idéia era que os representantes faziam a solicitação que a primeira prova fosse realizado durante o Congresso do Colégio Brasileiro de Radiologia e que depois isto fosse entre cada ano em uma das especialidades. O fato é que parece que este documento ainda não foi assinado e estamos aguardando a assinatura das outras duas especialidades para enviar isto para a AMB e a AMB regularizar como uma área de interesse comum. Eu acredito que tenha tanto interesse agora para ser feito isto pelo o seguinte, se a AMB não reconhecer vários interesses em comum estes procedimentos não vão constar na tabela de procedimento da AMB, então vai ficar uma pressão forte para que a radiologia que sempre teve uma restrição em assinar isto agora sim este documento nós estamos agora controlando esta situação. O dr. José Del Castilho pediu a palavra e esclareceu que este problema já foi pelo menos em parte resolvido, pois foi feito em julho do ano passado no Colégio Brasileiro de Radiologia, havendo vários membros de nosso Departamento que foram inclusive aprovados nesta prova. Dessa forma a área comum já existe, faltando apenas a sua regulamentação. O dr. Carlos Eduardo afirmou que pelo menos no papel existe, mas salientou que o problema maior não foi essa prova, mas aquela realizada em Goiânia, durante o Congresso Brasileiro de Cardiologia, em que o pessoal do nosso Departamento que fez a prova estava reivindicando o título. Esse título não está podendo ser cedido pela AMB e ele acredita que devemos ser políticos neste momento e aguardar que se crie esta comissão com três ou dois membros de cada especialidade até esta comissão voltar a este assunto e decidir validar esta prova que foi realizada em Goiânia, onde cerca de 30 colegas foram aprovados. O Dr. Djair Brindeiro Filho tomou a palavra e disse que a situação específica deste concurso aqui em Goiânia durante o Congresso de Radiologia, que a primeira prova que o Departamento fez para a área de vascular, nós vamos tendo cuidado em fazer com as pessoas que tinham o título na área específica pelo Colégio Brasileiro de Radiologia. Isto levou muito tempo e está até agora assim e os colegas que fizeram com razão reclamaram porque queriam o título assinado pela AMB coincidentemente esta questão do vascular já perdura há muito tempo que coincide o secretário da AMB era também o presidente do Colégio Brasileiro de Radiologia e inúmeras vezes nós ligamos para lá e tentamos falar, falamos pessoalmente com ele uma vez e havia aquela resistência muito grande para que a gente não fizesse a prova, mas o fato é que foi feito a prova e nós tivemos um certificado através da Sociedade Brasileira de Cardiologia e o que vai ser possível porque é uma área comum da Cardiologia com referência da AMB então este certificado foi dado para esses colegas. O dr. Nostradamus solicitou todo o material daqui de Goiânia, nós emitimos para o Departamento, inclusive as fitas foram entregues a ele, mas me parece que a resistência maior na época era do ex-secretário do Colégio Brasileiro de Radiologia que agora mudou, agora é outro. Assim, creio que isto vai ser sanado agora, porque já está resolvido que é uma área comum das três sociedades. O Dr. Luciano Belém tomou a palavra e disse que sobre a questão do ecocardiografista poder fazer a prova não está havendo mais nenhum problema, e afirmou que deverá haver uma prova em aproximadamente 10 dias sendo elaborada pelas comissões da Radiologia e da Cirurgia Vascular, que são compostas por três membros. Nesta reunião que nós tivemos ontem do grupo de vascular, continuou o dr. Luciano, o que foi proposto é que se criasse uma comissão aqui também da nossa área com três membros para participar não só da elaboração desta prova, como também da elaboração de uma tabela de procedimentos mais moderna, mais simplificada. A tabela de vascular é uma coisa complicadíssima, ninguém cobra igual, um convênio é um completamente diferente do outro. Voltou a afirmar que o problema da prova está resolvido só estando pendentes estes 31 colegas que fizeram a prova em Goiânia. O Dr. Luciano ponderou que esta comissão tem uma função mais ampla para discutir outras questões além da prova. Dois colegas me procuraram aqui, um da Unimed que exigiu um certificado e o certificado que o Dr. Djair emitiu foi aceito e o outro que na outra cidade a Unimed exigiu que fosse registrado o certificado no CRM e o CRM não aceitou. Dr. Carlos Eduardo disse que o colega de Campo Grande entrou em contato com ele que a Unimed a princípio não aceitou o certificado do Departamento de Eco, mas segundo a informação do Dr. Luciano Belém depois acabou aceitando o Dr. Paulo Zielinsky tomou a palavra e disse que o registro no CRM não pode ser exigido, pois o CRM registra apenas especialidade e a ecocardiografia não é especialidade, portanto não pode. O dr. Carlos Eduardo sugeriu que talvez a SBC devesse mandar uma carta para a Unimed. O dr. Luis Rassi Júnior tomou a palavra e disse que o CRM já está registrando a especialidade de ecocardiografia como área de atuação. Ele registrou há um mês atrás e veio e certificado com o carimbo do Conselho Federal de Medicina e tem um carimbo ainda naquela carteira de folhas verdes como área de atuação em ecocardiografia. O dr. Washington Barbosa de Araújo tomou a palavra e disse que no Conselho Federal de Medicina todos os médicos estão habilitados hoje para fazer qualquer método diagnóstico. Então, não adianta a Unimed querer brigar ou qualquer um de nós querer brigar enquanto com lei Federal emanada do Conselho Federal de Medicina permitir que esta atuação exista, a gente pode brigar, se quiser brigar, junto com a Unimed ou com qualquer convênio que esteja cerceando é só lembrar que existe uma lei Federal e uma lei menor não anula o efeito de uma lei maior. O dr Carlos Eduardo disse que não tinha nenhum conhecimento jurídico para emitir um parecer sobre este assunto e que se fosse necessário poderíamos fazer uma consulta a um advogado para orientar os associados do Departamento. Dr. Djair lembrou que se o colega fizer um procedimento diagnóstico ou terapêutico e não estiver capacitado para isto, no código de ética médica ele pode ser punido. Foi esta orientação que nós demos a uns colegas que nos procuraram da Unimed, continuou ele, porque nós sabemos que cada Unimed tem uma orientação diferente. Assim a postura do Departamento na época foi de orientar o colega neste sentido enviando os documentos, citando as leis todas do código de ética, aconselhando que ele entrasse no Conselho Regional de Medicina, pois na época ele foi substituído por uma colega radiologista para fazer os exames vasculares. O dr. Djair continuou afirmando que existem três artigos e o colega foi em frente e parece que o problema foi resolvido. O Dr Carlos Eduardo abriu então a discussão para algum outro assunto geral. O Dr. José Maria Del Castillo tomou a palavra dizendo que “estamos à frente de uma eleição de presidência da SBC, na verdade, uma pré-eleição de presidência da SBC e como já eu tenho feito reiteradas vezes através do e-mail do Clube de Ecocardiografia de São Paulo, eu coloco o nome de Djair Brindeiro, inclusive eu peço apoio ao Departamento de Ecocardiografia para eleger o Dr. Djair Brindeiro para nosso presidente da SBC na próxima eleição depois do Dr. Simão. Peço apoio do Departamento de Ecocardiografia e quero deixar registrado isso, porque eu vou continuar fazendo esta propaganda através do e-mail do Clube de Ecocardiografia, solicito apenas o apoio do Departamento para a eleição do Dr. Djair Brindeiro”. O dr. Carlos Eduardo perguntou se havia alguém contra ao apoio da candidatura do Dr. Djair Brindeiro à presidência da SBC. Dr. Djair então disse decisão da sua candidatura foi muito difícil porque você sabe que para assumir um cargo deste não é para chegar lá e ficar só para ocupar o cargo. Continuando, ele disse que qualquer pessoa que tomar uma decisão desta com responsabilidade, como todos os candidatos que tornaram a fazer esta decisão, é porque pelo menos parece que estão bem intencionados. Ele afirmou que não solicitou nenhuma divulgação no Departamento em nenhum momento e que foi o Dr. Castillo assumiu esta postura de apoio e como nós não temos a referência da assembléia e eu não faço nada que não seja oficial e é por isto que eu oficializo esta proposta pelo Castillo para que a coisa seja totalmente oficial eu não vou fazer nada que não seja oficial, o negócio tem que ser transparente. O Dr. Carlos Eduardo Suaide Silva então disse que já estava votado e que o Departamento apoiaria a candidatura do Dr. Djair. O Dr. Washington Barbosa de Araújo tomou a palavra e disse que queria propor ao Departamento para criasse uma comissão, como nós conversamos ontem, para avaliar a qualidade dos serviços e que fossem criados critérios de avaliação ou um grupo de avaliação e que estes serviços recebessem um selo de qualificação dado pelo Departamento, quer dizer acho mais importante a gente qualificar os serviços do que brigar individualmente hoje, quem é que pode e quem é que não pode fazer o exame, quem é que pode ser credenciado e quem é que não pode ser credenciado porque isto como eu falei vai coincidir com a lei do Conselho Federal de Medicina. Entretanto, a gente recomendar por qualidade, por capacitação dos membros, qualidade dos equipamentos e cursos que estejam ligados ao serviço e tudo mais, quer dizer, seria criada uma comissão para definir estes elementos mínimos para agente qualificar e certificar os melhores ou os serviços certificados pelo Departamento. O Dr. Henry Abensur tomou a palavra e ponderou: a gente tem que tomar muito cuidado, pois o Brasil é um bom país de extensão territorial muito grande e não podemos comparar os grandes centros urbanos com interior, com clínicas pequenas em lugares distantes e instalar selo de qualidade levando o critério de ensino mencionado, isto vai dar uma grande dificuldade então eu acho que tem que ser ponderado este tipo de aplicação em relação a esses selos. Outro componente do Departamento afirmou que deveria haver o selo único se estava apto ou não e não diferenciando em ouro, prata ou bronze. O Dr. Washington esclareceu que apenas a denominação de apto ou não apto seria determinada. O Dr. Carlos Eduardo colocou em votação quem fosse a favor da criação de um selo de qualidade dos serviços de ecocardiografia e foi aprovado por unanimidade. O Dr. Fernando Morcef tomou a palavra e disse: gostaria de saber se dentro da nova tabela na AMB o Departamento colocou alguma coisa em relação à perfusão no caso de microbolhas número um, número dois o pagamento das drogas ou do que se é utilizado para se fazer eco de estresse que está se tornando inviável, já que para fazer um eco de estresse com a utilização de dobutamina e tudo mais é preferível fazer um eco comum do que fazer um eco de estresse e isto já está sendo incluído dentro da nova tabela da AMB. O Dr. Carlos Eduardo tomou a palavra e disse: “deixa eu explicar o que eu mais ou menos estou entendendo desta nova tabela, esta nova tabela está sendo feita em duas partes, a primeira parte é a que está praticamente pronta é a parte relacionada aos honorários médicos está ao custo que o médico deve ter, a parte que lhe cabe percentualmente em custo do seu trabalho profissional em cima de cada procedimento que ele faz. Assim, existe já a perfusão

miocárdica, contraste, todos estes procedimentos foram colocados nesta tabela. Não existe valor nenhum nesta tabela ainda em quanto vai custar um procedimento. Esta tabela foi colocada por enquanto em pisos com relação ao grau de envolvimento do profissional para fazer aquele determinado procedimento, então se ele tem um tempo muito maior para fazer um eco de estresse do que para fazer um eletrocardiograma, o eco de estresse vale muito mais do que um eletrocardiograma – esta parte da tabela é que está mais ou menos pronta. A segunda parte da tabela, continuou ele, que inclui os medicamentos e tudo isto é a parte da tabela de custos que vai compor o preço final do procedimento, esta parte de custo da tabela está sendo elaborada pela FIPI, a FIPI ainda não tem esta parte pronta, então esta é a situação da nova lista de procedimentos. No site da SBC acho que tem publicado o percentual, os pesos para todos os procedimentos da área de Cardiologia com relação à parte médica. A parte de custos e medicamentos ainda não foi divulgada, mas a idéia é esta, é incluir, pagar os medicamentos e calcular os preços dos medicamentos todos para que as pessoas fazem estes procedimentos todos. O Dr. Fernando Morcef perguntou se havia já alguma coisa sobre eco tridimensional na tabela e Dr. Carlos Eduardo afirmou que achava que não, que ele não lembrava de ter visto o eco tridimensional. O Dr. Djair tomou a palavra, afirmando, “esta tabela foi encaminhada no ano passado pela Sociedade Brasileira de Radiologia para o Departamento para a gente fazer uma análise e enfim dar sugestões. Fizemos uma análise comparativa com os outros procedimentos inclusive com aqueles fora da área de cardiologia como endoscopia, etc. e tal fizemos a proposta, sendo encaminhada para a SBC, para a SBC negociar em conjunto com a AMB, porque são várias as sociedades”. Recentemente, continuou ele, “saiu um parecer que todas as sociedades receberam um aviso que estava lá, a AMB mandou para a SBC para a SBC mandar para os sócios está lá a tabela para quem quiser sugerir ou acrescentar alguma coisa isto está na internet para todos os sócios da SBC há cerca de um mês e isto foi divulgado”. Realmente, continuou ele “existe uma parte do honorário médico e tem uma parte do custo operacional, e se não me engano este custo inclui inclusive equipamentos”. Dr. Carlos Eduardo esclareceu que o que a FIPE está fazendo é que na parte de custo vai entrar depreciação de equipamentos, custos de material e todos estes cálculos de custo. O Dr. Morcef então tomou a palavra, perguntando “o que o Departamento pode fazer para que não seja apenas mais uma tabela, pois nós temos tabela de 90, 92, está cheio de tabela aí, um convênio chega e não aceita uma tabela desta o plano apaga esta tabela e diga mais se uma tabela não funcionar absolutamente nós sabemos disso agente criou uma porção de tabela entendeu existem diversos valores, eles que ditam qual tabela que eles vão utilizar e o pior ainda é que existem colegas nossos que dão desconto em seus nomes relacionados na tabela. O que o Departamento poder fazer sobre isto?” O Dr. Carlos Eduardo respondeu: o Departamento sozinho eu acho que nada, isto é uma pressão que tem que ser feita pela classe toda e eu acho quem tem que fazer esta pressão é claro, nós temos de pressionar a SBC, a SBC que é a sociedade ligada a AMB e que vai ter que cobrar a implantação desta tabela. Sobre esta tabela sou naturalmente uma pessoa muito otimista, ela está sendo feita de uma maneira que eu acho que até hoje nunca foi, ela está envolvendo na confecção desta lista CFM, AMB, FIPI, as sociedades das especialidades todas e também outro lado da moeda, estas pessoas estão discutindo junto, eu acho que a saúde do Brasil hoje está numa situação que vai ter que acontecer alguma coisa para mudar e o momento político eu acho que é favorável a gente, é tentar pressionar com que esta tabela, quer dizer primeiro ela tem que ser publicada, mas ela não vai ser publicada como uma coisa unilateral, acho que vai ser publicada já com um acordo dos dois lados, nós também temos que saber que o outro lado também esta quebrado, os convênios a maioria deles estão falindo, a dificuldade não é no nosso lado só, no deles também. Então, a implantação eu acho que depende daquilo que eu falei no início, depende de uma união muito grande nossa, não adianta também publicar uma tabela e no mesmo dia o convênio perguntar se o colega quer fazer pela metade da tabela e este colega aceitar fazer pela metade da tabela, isto depende da gente tentar segurar a tabela no valor mínimo. Para vocês terem uma idéia como isto funciona no direito dos advogados. Os advogados tem uma lista de procedimentos, uma tabela no valor mínimo para cada atividade que eles prestam e se onde algum advogado aceita fazer um trabalho com valor inferior àquele, ele é denunciado por um colega ao conselho de ética da OAB correndo risco de perder até o registro da OAB, ele é processado pela OAB por estar trabalhando com um custo abaixo do valor mínimo que eles consideram. Isto representa a união de uma classe, mas infelizmente nós não temos esta união e o importante é que a gente tenha esta união, então eu acho que depende de nós e é esta a pressão que nós temos de fazer. Dr Washington Barbosa tomou a palavra, afirmando “sobre isto que você falou, a diferença conosco é que os advogados tem um facilitador que não é essencial para vida da população como é a medicina, e obviamente o governo considera o papel essencial da medicina fazendo com que ele tenha um fator de freio muito grande que a gente enfrenta que é o Conselho de Defesa Econômica que tenta sempre jogar a tabela como sendo uma cartelização, então todo cuidado está sendo feito nesta elaboração da nova tabela é claro que seria uma tabela mas que não seja caracterizada como uma tabela para evitar estes efeitos do CAD é o que vem bloqueando sucessivamente os nossos aumento de 97 pra cá. É óbvio que tem aí os convênios que também atuam junto a Agência Nacional de Saúde Suplementar que também vem fazendo este bloqueio do nosso repasse de aumento, quer dizer hoje o que nós tem visto, nós estamos trabalhando efetivamente para montar um lobby dos médicos junto ao nosso Congresso, temos feito reuniões em Brasília sucessivamente e junto a deputados e senadores para fazer uma bancada a favor dos nossos produtos. Temos alguns projetos iniciando em negociação constante em Brasília porque acreditamos que se a gente ficar só esperando as nossas tabelas vão sendo sucessivamente bloqueadas quer seja de 90, 92, 98 ou 2003, quer dizer a gente tem que começar a jogar o mesmo jogo que tem sido jogado para o outro lado, quer dizer temos que atuar a nível da bancada federal para que isto vire lei e a gente possa ter, sei lá, reajuste igual tem os planos de saúde”. O dr. Carlos Eduardo reiterou que isto está sendo feito pela SBC, a SBC que tem o valor legal para fazer este tipo de procedimento.

Ele ainda esclareceu que a nossa tabela foi considerada ilegal e como uma cartelização por causa de lobby contra nós feito em Brasília. A tabela dos advogados não é, e é uma tabela igual a nossa, constituída por valores mínimos e ela não é cartel; isso só quer dizer que o lobby deles é mais forte do que o nosso. Então isto tem que ser feito na SBC em Brasília para que a gente possa conseguir algumas aprovações a nosso favor. O Dr. Djair Brindeiro tomou a palavra, dizendo “o dr. Washington falou que na última reunião da SBC teve um grupo de estudos e um deles foi exatamente pra elaboração de uma comissão, de um projeto para fazer um lobby oficial mesmo, na verdade tem que ter um lobby lá na federal. Independente disso, se um colega se sente prejudicado porque alguém está fazendo um preço vil, também está no código de ética, basta que o colega falar que vai fazer isso. É preciso que o colega vá lá, denuncie e comprove que está sendo feito uma coisa ilegal ou contra o código de ética. Isto está previsto no código de ética, ele só tem que ir lá, se todo mundo fizesse isto num instante teria acabado este negócio”. Ai tomou a palavra o Dr. Luiz Eduardo de Maceió, Alagoas, dizendo ” quem já teve oportunidade de participar das comissões com ABRAMGE, Agência Nacional de Saúde, que tem 40 milhões de usuários, verificamos que o governo não quer que quebrem, porque vai absorver 40 milhões de pessoas, os planos de saúde não querem diminuir a margem dupla de forma nenhuma, nós não agüentamos mais ficar do jeito que estamos. Se você colocar ainda associação de usuários, as Unimed que muitas vezes avaliam os preços para baixo aí é uma confusão tremenda, mas já que nós estamos propondo aqui por quase unanimidade que se crie um selo de qualidade para os serviços, eu acho que não é nada demais que neste selo de qualidade não se veja só a técnica, não se veja só a qualificação do profissional que está ali exigindo mais dele, mas que se veja o aspecto ético; se aqueles serviços não praticam preço compatível não que o Departamento vai ser punitivo, mas que ao menos ele entre em contato com aquele serviço, com aquele colega, perguntando o que esta havendo e recupere a manter o número e preço que a gente já está muito avisado”. O dr. Carlos Eduardo então concluiu que parece ser de interesse geral que esta comissão dos selos também assuma esta postura sobre os aspectos do valor dos exames. O dr. Sérgio Cunha Pontes tomou a palavra, “eu acho sobre esta parte de remuneração hoje em dia parece que é uma preocupação muito grande dos Conselhos tanto Federal como dos Conselhos Regionais, algumas circulares chegarem até a gente seria interessante se fizessem comissões mistas, se entrassem em contato com os Conselhos porque sem o apoio dos Conselhos tanto Federal como Regional, acho que nós não temos tanta força para conseguir colocar as tabelas em vigor”. O dr. Carlos Eduardo esclareceu que esta tabela é feita via SBC junto com o Conselho Federal de Medicina, Associação Médica Brasileira e que isto se faz através da Sociedade Brasileira de Cardiologia e não no Departamento de Eco isoladamente. Esta tabela está sendo feita com essas entidades, Dr Sérgio perguntou qual o interesse do Conselho Federal de Medicina e Dr. Carlos Eduardo disse que em conversa com o Dr. Juarez Ortiz, parece que o Conselho se manifestou estar bem favorável à implantação desta tabela. O dr. Sérgio Cunha Pontes reiterou que este deve ser o movimento que deve envolver entidades fortes e não apenas o Departamento de Ecocardiografia isoladamente. O dr Afonso Matsumoto tomou a palavra, dizendo: “quando houve este Congresso Brasileiro de Cardiologia em São Paulo, houve uma sessão na qual o dr. Juarez esteve presente, o presidente da ABRAMGE, e um representante da Rede Nacional de Saúde então acho que fazendo um resumo, apoiando a idéia, a informação de que o Washington falou sobre esta formação de um lobby a favor da classe médica. Infelizmente, naquela reunião havia muito pouca gente, se não me engano, umas 20 pessoas, mas o que deu para perceber nitidamente é que na Rede Nacional de Saúde, por exemplo, nós não temos representação nenhuma. Parece que a Agência Nacional de Saúde é composta, se não me engano, por 11 membros, sendo três médicos, mas que não tem nada a ver, vamos dizer, sem interesse em defender a classe médica. Então, acho que seria interessante que se fizesse algum acordo, alguma pressão, para que tenhamos um pouquinho mais de representação junto à esses órgãos. Sabemos que é de lá que saem algumas decisões que eventualmente vão poder favorecer o nosso caso, dos ecocardiografistas, e é claro, a classe médica de modo geral”. O Dr. Djair Brindeiro Filho voltou a comentar: “O Departamento é sociedade, assim como a sociedades estaduais e a Sociedade Brasileira de Cardiologia, nós somos a Sociedade Brasileira de Cardiologia. Existem os sócios das sociedades estaduais e do departamento e esse conjunto dos sócios é que faz a sociedade, tanto que vem de cima, a SBC estar trabalhando neste sentido com o Conselho Regional de Medicina e com a AMB, porque na hora que isto tem quer ser estabelecido (essa tabela), que é um valor mínimo junto com o conselho e você tem mais um lobby lá que é uma comissão que estar lá e a tabela vai ter que ser respeitada ou não existe nada neste país em termos de ética e de moral. Se existe uma entidade, que é o Conselho Regional de Medicina, se tem a AMB e mesmo assim se desrespeitar, então acabou e assim a instituição não tem mais valor no Brasil”. Dr. Carlos Eduardo voltou a falar que dependendo do que estiver ao alcance dele como presidente do Departamento para que esta tabela funcione ele tudo fará para isto. Novamente tomou a palavra dr. Jackson, de Santa Catarina “vou falar ainda com relação à remuneração, um problema que está sento enfrentado ao menos na minha região, é a glosa de exames então na minha Unimed que é Unimed de Blumenau de Santa Catarina. Eles criaram a figura do exame auto gerado – então o profissional que faz a consulta e também faz o exame é taxado como vilão e que está sempre roubando da cooperativa da Unimed e lá eles puseram um regra que a cada 100 consultas atendidas podem ser feitos no máximo 4 exames EcoDoppler coloridos e o que passar disto não é pago e o Doppler não colorido eles pagam até 15. O Dr. Carlos Eduardo afirmou que isto é ilegal e que deve ser denunciado ao Conselho Federal de Medicina e afirmou que este fato não está acontecendo só com ele, mas em vários outros locais e que o Departamento vem recebendo queixas e denúncias deste tipo de coisa, tem que ser denunciado ao Conselho Federal de Medicina porque isto é proibido de ser feito. O dr. Jackson perguntou se não existe uma parte jurídica no Departamento que auxilia o sócio nesse aspecto. Dr. Djair Brindeiro tomou a palavra afirmando que “o Brasil não força legal para fazer isto, você tem que fazer isto, nós temos que manter a cidadania, se você não vai lá e domina, você é dono da coisa, então você está se submetendo àquela pressão, assim, você é que tem que fazer”. A Dra. Martha Savedra tomou a palavra e disse: “o que você pode fazer é usar a sociedade, pedir um parecer ao Departamento Jurídico da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Você entrando no site da Sociedade Brasileira de Cardiologia, você entra no Departamento Jurídico, que dá apoio ao sócio da SBC e te orienta, o que você vai entrar é com a representação contra a Unimed dizendo que ela está rompendo uma norma do Conselho Federal, que é uma lei federal é considerada lei federal, não é só norma ética não, isto é lei, cerceamento de exercer livremente a profissão. Você não pode ser excluído como sócio porque está representando contra uma empresa que está agindo contra uma lei Federal, aliás tem umas novas leis da cooperativa e a Unimed está pior ainda”. Em seguida Dr. Oswaldo César Almeida Filho tomou a palavra, “nós estamos falando muito desta remuneração em relação a convênios, mas a gente não pode fechar o olho que temos uma grande parcela da população que depende do Sistema Único de Saúde e as nossas tabelas por exemplo um serviço de hemodinâmica hoje, basicamente não sobrevive sem o SUS, o Serviço de Medicina Nuclear sobrevive só com o SUS, o ecocardiograma desde o início tem uma remuneração ínfima pelo SUS e cada vez mais nós trabalhamos em alguns hospitais que recebe pelo SUS com cirurgia cardíaca e o cara quer que você vá fazer transesofágico, o cara quer que você vai fazer eco de estresse e a tabela do SUS só protocoliza Ecocardiograma Doppler com ou se Doppler não existe mais nada, paga na faixa de R$ 15,00 aproximadamente isso. Eu não sei se no Departamento existe alguma forma de pelo menos tentar se atualizar isto ou fazer um menção contra a isto, porque isto é uma parcela da população imensa, as prefeituras tem tomado esse tipo de iniciativa acaba se fornecendo muitas vezes exames de péssima qualidade ou então a gente está falando de trabalhar com serviço vil, trabalhar pelo SUS é a coisa mais ultrajante do mundo e eu acho que o levantamento também precisava se posicionar em relação a este aspecto, porque realmente esta tabela é muito antiga da época do modo-M e tudo mais e isto é uma posição que deve ser lembrada também.” Dr. Carlos Eduardo disse que este assunto também pode ser passado para a Sociedade Brasileira de Cardiologia e parece que esta tabela que vai ser implantada não tem nada a ver com o SUS e é uma lista de procedimentos para os convênios. Tomou a palavra o Dr. José Eloy da Costa Filho, de Fortaleza, dizendo, “eu representei, o Dr. Juarez me pediu para representá-lo junta à AMB em uma reunião que houve em Fortaleza, então eu acho que lá é perfeitamente cabível você colocar qualquer coisa neste aspecto quer dizer ou o Departamento de Eco, ou a Sociedade Brasileira de Cardiologia dentro desta reunião numa pauta e eles discutiram muito estes aspectos. A outra coisa que eu queria colocar era com relação ao problema do Jackson eu entendo isso, isso é muito perigoso. Lá em Fortaleza ocorreu o seguinte:o Prontocard, que é uma instituição digamos tradicional, em Fortaleza, Dr. Nogueira Paes é um professor antigo, então foi descredenciado pela Unimed. Simplesmente basta o Conselho se reunir e descredenciar, então isto é meio perigoso, você tem que ficar bem calçado nisto porque se ele for só fazer isto eu não sei se ele seria descredenciado ou não.” O dr. Carlos Eduardo tomou novamente a palavra afirmando que esta consulta chegou ao Departamento de vários lugares não é só de Santa Catarina e a atitude que deve ser tomada é esta, realmente é ele que está sendo prejudicado, a Martha falou correto, entra no site da SBC, pede um parecer jurídico e com esse parecer você vai contra a Unimed. Nós não temos outra muita saída legal para fazer isto, acredito que é isto mesmo. O Dr. Alfonso Barbato tomou a palavra e pronunciou o seguinte: “este é um assunto delicado e polêmico, gostaria que vocês entendessem a minha posição. Primeiro eu quero agradecer o convite aqui para Caldas Novas, eu fui pessoalmente tratado com carinho pelo Luis, fora de série, eu pessoalmente me sinto emocionado, só que eu represento uma Universidade e este congresso esteve ao redor de 636 indivíduos muito mais do que eu pensava, mas o último congresso que nós tivemos tinha ao redor de mil, mil e pouco, cadê os outros 300 indivíduos, quem são estes 300 indivíduos? Eu estou falando de nome gente, o Felício Andrade não está aqui eu conversei com ele nós temos uma massa de jovens que precisam participar do Congresso e que não tem a menor condição econômica de participar de um Congresso destes. Nós entendemos a dificuldade, eu acho que a parte financeira do Departamento foi brilhantemente resolvida pelo Assef, mas nós temos aqui um bando de velhas senhoras que se conhecem entendeu, falando um para os outros, e meus estudantes, e meus alunos, cadê meu filho, cadê o pessoal da USP? São 30 residentes entre R1, R2 e assistentes no HC. Eu tenho 10 indivíduos que ficaram loucos para virem ao Congresso, eles não tem a menos condição. Então eu acho o seguinte: hoje em dia, com a facilidade da internet, da comunicação, eu estou sendo convidado para organizar um Congresso em março lá na Argentina, eu só vou para lá no dia do Congresso, eu acho que eu prefiro um milhão de vezes sair do eixo Rio/São Paulo, eu adoro, vim de motocicleta, agora quando você tira o Congresso de perto do estudante você inviabiliza a presença dos jovens entendeu, então eu acho que o Rassi pode fazer o Congresso de novo, qualquer um de vocês pode ser presidente, mas por favor não inviabilizem a presença dos jovens estudantes porque é esta nossa função universitária, eu não sei se estão entendendo mas é um apelo, muito obrigado e desculpe.” O dr. Jorge Eduardo Assef tomou a palavra, dizendo, “vou tentar responder ao dr. Barbato, uma vez ter sido eu parte da comissão organizadora e talvez quem mais tenha envolvido com a organização do congresso. Vocês precisam entender que no Congresso de Recife tivemos 540 congressistas no local que tem universidade, em Belo Horizonte já houve congressos com 600 congressistas com universidades, o preço cobrado de estudantes estagiários é R$ 110,00 o que não é nada tão caro, o que foi votado pelo Dr. Luiz Rassi ser o presidente do Congresso ele quis trazer o Congresso para cá, para que houvesse uma confraternização entre os sócios do Departamento e para tudo paga-se um preço. Tem gente que reclama de Congresso feito em grandes cidades como São Paulo, onde é só Congresso e não tem nada de lazer. Você agora está reclamando o fato de fazer em local fora de centros grandes que tenham universidades talvez isso se torna um pouco mais difícil a chegada de jovens residentes ou estagiários. Eu acho Barbado que isto precisa ser bem ponderado.” O Dr. Barbato voltou a afirmar “eu estou falando pelos estagiários, os estagiários que gostariam de ter vindo pro Congresso e não vieram por causa da locomoção e hotel aqui na região é impossível para eles”. O dr. Jorge Assef afirmou: “passagem aérea você conseguia de São Paulo onde estão seus estagiários, como eu paguei, R$ 250,00 de ida e de volta e muitos de nós conseguimos tanto pela Tam como pela Gol, você consegue inscrição no Congresso por R$ 100,00 e você consegue um diária de um quarto aqui, não precisa ser neste hotel, ou em um outro hotel que chama-se Pousada, mas nos outros por R$ 150,00 podendo ser divididos em quatro pessoas. Então se você fizer esta conta vai dar R$ 150,00 de diária para cada um, diária não pelos quatro dias, mais R$250,00 de passagens são R$ 400,00 mais R$ 100,00 são R$ 500,00. Barbato, a gente não pode fazer um Congresso Brasileiro de Ecocardiografia se um residente não consegue gastar R$ 500,00 para vir em um Congresso, você me desculpa, esses seus argumentos estão sendo difíceis de serem aceitos,” O dr. Barbato disse “infelizmente eu estou transmitindo um pedido deles e eles dizem que não podem, é claro que não conheço a intimidade, agora eu realmente gostaria de saber, sinceramente aqui tem outros formadores que tem outras opiniões, estes outros que trabalham em universidades, eu gostaria de saber opiniões deles, pois parece que estou indo contra o congresso e não é isso”. O Dr. Sérgio Cunha Pontes tomou a palavra afirmando, “eu compreendo o seu interesse no sentido de levar o conhecimento aos residentes, nós também temos residentes lá no Dante, nós temos interesse, mas podem ser feitas outras medidas. Há um tempo atrás, para você obter o conhecimento na maioria das vezes era necessário você ir aos Estados Unidos todo ano ou a cada dois anos, hoje existe facilidade, existe internet, existem CD-ROMS, eu acho que o que poderia ser feito um programa ligado ao Departamento para facilitar os centros de estudos, a obtenção de fitas talvez no Congresso por um preço mais em conta, quer dizer, existem outras saídas. Aquilo que o Jorge falou é absolutamente correto, é impossível você conseguir em lugar nenhum no Brasil um valor menor do que este, a não ser que o indivíduo more em São Paulo e pague só a inscrição no Congresso”. O Dr. Luiz Rassi Júnior tomou a palavra afirmando “o que o Sérgio falou e o que o Jorge Assef falou, nestas diárias, nestes preços todos o Jorge esqueceu de colocar a comida nestes valores e neste hotéis do lado de fora não é meia refeição é refeição completa, então eu duvido que qualquer lugar do Brasil possa se fazer um Congresso tão barato. Agora o problema é o seguinte: hoje em dia, nós que já somos velhos, eu estou há 20 anos fazendo eco, estamos sentindo dificuldades, quanto mais os jovens que estão começando uma residência, é difícil mesmo. Eu acho que o Barbato tem razão, mas é a situação, a conjuntura do Brasil que está realmente dificultando os que estão começando, mas eu volto a frisar é impossível fazer um Congresso tão barato como este. Tomou a palavra o Dr. Luiz Escala da Universidade de Mato Grosso de Cuiabá, dizendo “a minha sugestão é em relação ao que o Barbato acabou de dizer: em junho do ano passado nós tínhamos uma tese para defender, e era uma tese de tele medicina e o professor Sabatine estava em Campinas. Então, por vídeo conferência a minha universidade permitiu que estivéssemos dois na banca em Cuiabá e o Sabatine em Campinas e depois eu levei este trabalho, foi um trabalho de tele medicina num Congresso de tele medicina em Brasília que foi transmitido por vídeo conferência para ele, claro que não é a participação ao vivo do residente que está num local, mas hoje com vídeo conferência nós podemos criar custo muito acessível para a sociedade, colocar o nosso Congresso em diversos pontos simultâneos no país, inclusive aproveitando o próprio sistema de vídeo-conferência da AMB. Então, eu acho que é uma sugestão que pode democratizar mais o acesso de informação. O Dr. Jorge Assef pediu a palavra e disse que este sistema de vídeo conferência foi usado no Instituto Dante Pazzanese algumas vezes e é um sistema muito oneroso ainda e se é para ser passado por informação, esta informação pode ser passada através de vídeo como a TV MED, quer dizer, não é necessário que a informação chegue às pessoas que não puderam vir ao Congresso em tempo real, concluindo que não há porque investir tanto dinheiro nisso. Em seguida tomou a palavra o Dr. Paulo Zelinsky, do Rio Grande do Sul, dizendo, “na verdade, quando o Barbato começou a falar primeira parte do assunto, eu concordei inteiramente. Realmente eu sinto falta dos outros 300 que deveriam estar aqui e que não estão, que são estagiários, que são alunos, obviamente gostaríamos que eles estivessem aqui e acho que existem maneiras de se favorecer a chegada destes alunos aqui, talvez isto possa ser estudado e acho que aqui a coisa não foi muito realmente se muito clara, você colocou a possibilidade de que poderiam vir de uma forma menos onerosa, acho que isso pode ser estudado. Agora me preocupou quando o Barbato comentou que se sai do eixo Rio/São Paulo então isto é um problema, porque na verdade existem estudantes, estagiários e alunos em todo Brasil, então se os alunos do Rio Grande do Sul, os estagiários do Rio Grande do Sul vão ter que ir a São Paulo também, de qualquer forma estou dando com exemplo não só a grandes centros é a mesma coisa quer dizer, isto já está estabelecido e por isto que é uma vez o eixo Rio/São Paulo, uma vez fora, acho que assim para alguns lugares é mais fácil o acesso e para outros é mais difícil, mais isto faz parte da combinação prévia e do tamanho do Brasil.” O dr. Washington Barbosa tomou a palavra, dizendo “nós estamos com um projeto da internet da SBC que é um congresso virtual e a gente já tem tudo pronto, como centro de conferências, salas, locais para estandes, tudo isto, e na quarta feira nós teremos uma reunião em São Paulo e se a Assembléia assim desejar, poderemos tentar viabilizar, arrumar patrocinadores e colocar este congresso, pegar as filmagens e tudo e publicar este Congresso inteirinho na SBC, uma pessoa vai lá diz assim, que quero assistir a palestra do dial tal, ele vai lá, clica, entra na sala e assiste a palestra, quer dizer, tem soluções desde que não sejam em tempo real, como colocou o Assef, tem condições da gente fazer coisas extremamente interessantes com um custo extremamente baixo.” Continuou afirmando que se houver interesse e está aberto pra gente coordenar no site a parte científica na SBC e está o Congresso virtual se vocês quiserem procura-lo no site da SBC. O dr. Djair Brindeiro tomou novamente palavra, “eu gostaria de parabenizar a comissão organizadora do Congresso, realmente foi um trabalho árduo e que possibilitou pessoas, residentes inclusive, que pudessem vir aqui, eu acho que o Barbato levantou uma coisa que eu concordo em parte, mas por outro lado, tem alguns aspectos que devemos lembrar como foi falado pelo Zelinsky quer dizer, se a gente for fazer um Congresso só em São Paulo ou só no Rio, for pensar desta forma ninguém vai fazer Congresso fora do eixo Rio/São Paulo. Uma coisa importante que sugerida aqui e que eu discordo, porque se não nem eu venho, vou ficar lá, para o cara que mora lá em Piauí sai mais caro vir pra cá do que o cara que está em São Paulo ir ao Piauí, porque lá ele recebe menos está certo. Eu estou na universidade há 25 anos, tem residente que ganha mais que um professor, o salário de um residente é maior que de um professor vocês sabem disso. Um professor na universidade federal em qualquer lugar do Brasil que está iniciando carreira, com20 horas semanais não ganha R$ 600,00 por mês e um residente ganha mil e poucos e não tem responsabilidade de família, não tem filho, não tem casa, quer dizer, ele não vem e tem mais facilidade do que o que tem família, que tem outros gastos, outras despesas. Então eu estou me referindo a isto que pode ser feito depois, mas depois também tem um perigo se você divulgar e esvaziar o Congresso, ninguém vem e vai criar um problema.” O Dr. Jorge Assef tomou a palavra dizendo que “este Congresso foi votado não na nossa diretoria há dois ou três anos atrás, se não me engano, e o que nós tentamos fazer foi viabilizar a realização de um Congresso e que foi um desafio para nós. Pela primeira vez saímos de uma grande capital, ou de uma capital pelo menos, eu acho que nós obtivemos sucesso, primeiro pelo número de participantes, segundo, pelo número até mesmo de residentes, agora estou lembrando que nós temos numerosos residentes de nossa instituição aqui, porque conseguiram maneiras mais viáveis e baratas de freqüentar o Congresso. Então o departamento, a diretoria se esforçaram e eu acho que quem quisesse vir ao Congresso poderia ter vindo.” O Dr. Cláudio Fischer de São Paulo tomou a palavra, afirmando que “se fosse on line esta reunião, esta assembléia aqui não estaria acontecendo, todo mundo estaria em casa e ninguém estaria aqui discutindo uma série de coisas importantes que tem que se discutir. Acho que tudo foi abordado, mas tem uma relação que todo mundo está se esquecendo: a grande maioria das pessoas que vem para o Congresso tirando a comissão organizadora, são pessoas que fazem eco e não tem o acesso a informação que um residente do Barbato tem, que um residente da Escola Paulista tem, então as pessoas que fazem eco em diferentes cantos do Brasil e se esse congresso é brasileiro, tem que trazer esta informação para estes diferentes cantos do Brasil e não a gente ficar preocupado com Rio e São Paulo, porque lá muitos residentes da universidade não vem porque querem ir ao Congresso da SOCESP que é daqui a quinze dias, todos preferem gastar em Campo do Jordão e se manter atualizado em cardiologia geral, e eles estão aprendendo eco muito bem lá na Paulista, então para eles não é interessante neste momento histórico deles estarem aqui presentes, não é questão financeira. O Dr. Barbato voltou a fazer um comentário final, dizendo, “eu não quero polemizar, não é este o meu interesse, concordo com todos e quero fazer uma correção, quando eu falei, nem passa pela minha cabeça tirar o Congresso de Curitiba, de Porto Alegre e muito menos de Recife, não é isto, eu sou a pessoa mais beneficiada com isso, eu falei que quando você tira Congressos dos grandes centros urbanos você dificulta teoricamente a ida dos residentes, eu estou dando um recado que me pediram para dar publicamente e eu fui leal com o meu pessoal.’ Em seguida tomou a palavra a dra. Márcia Barbosa, de Belo Horizonte, dizendo que “o comentário que eu vou fazer, eu acho que o que o Fischer colocou é muito apropriado que eu, por exemplo, que tenho uma especialização em Eco todos os residentes vieram, vieram de ônibus e estão lá aonde os Judas perdeu as meias mas estão todos aqui, porque é uma especialização em Eco, então a gente podia viabilizar acho que talvez o residente de cardiologia tem outras motivações. Eu acho que a gente está discutindo estas questões de se fazer aqui ou não, até o momento que a gente troque que um ano eixo e outro ano fora do eixo, então a proposta que eu queria fazer é que como o próximo Congresso de Belo Horizonte está definido, depois Curitiba também já está definido e depois volta para o eixo de novo, voltando para o eixo seria São Paulo, porque foi no Rio, Belo Horizonte agora o próximo seria de São Paulo. O que eu acho que a gente tem que fazer para não ficar usando os nossos privilegiados que somos das três cidades é abrir a presidência do Congresso no eixo não ter quer ser necessariamente de uma pessoa do eixo, então o que eu gostaria de propor aqui é que fosse o Dr. Benedito Maciel o presidente do Congresso do eixo em São Paulo.” Foi mencionado na Assembléia que isto já aconteceu e que o Dr. Carlos Lima que é de Campinas, já presidiu um Congresso em São Paulo. O Dr. Orlando Campos Filho perguntou se seria possível iniciar a discussão do próximo Congresso depois de São Paulo, que seria fora do eixo. Dr. Carlos Eduardo Suaide disse que realmente depois de São Paulo pelo estatuto seria o Congresso fora do eixo. Dr. Orlando disse então ele disse que gostaria de propor e sugerir um outro local para que isto constasse em ata, então ele sugeriu o nome do Dr. Ivan Romero Rivera para presidir o Congresso em Maceió. O Dr. Carlos Eduardo então colocou em votação, primeiro o Dr. Benedito Maciel para presidir o Congresso em São Paulo em 2006,e o Dr. Benedito Maciel foi então aclamado como presidente do Congresso Brasileiro de Ecocardiografia em 2006. Ficou também decidido que conste em ata a sugestão do Dr. Orlando, sendo assim o Dr. Carlos Eduardo agradeceu a presença de todos e declarou encerrada a Assembléia, da qual eu, José Luiz Barros Pena, na qualidade de secretário, lavrei a presente ata, que vai por mim assinada e pelo presidente.

Dr. Djair Brindeiro Filho Dr. José Luiz Barros Pena
Presidente Secretário