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Atas do DEPECO

ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA DO DEPARTAMENTO DE ECOCARDIOGRAFIA DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA – 30 DE ABRIL DE 2004 – AUDITÓRIO OURO PRETO DO HOTEL OUROMINAS PALACE

Aos trinta dias do mês de abril de 2004 reuniram-se em Assembléia Geral no auditório Ouro Preto do OuroMinas Palace Hotel, em Belo Horizonte, a Diretoria e membros associados do Departamento de Ecocardiografia da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Os trabalhos foram iniciados às 19:00 horas pelo Presidente do Departamento, Dr. Carlos Eduardo Suaide Silva.

O Dr. Carlos Eduardo iniciou a sessão solicitando aprovação da Ata da Assembléia anterior, dizendo que a referida ata estava à disposição de todos na internet para consulta e salientou que se alguém tivesse algum comentário a respeito da referida Ata que se manifestasse naquele instante.

A Ata foi então aprovada pela Assembléia. Em seguida Dr. Carlos Eduardo disse que ia passar diretamente para o relatório da Tesouraria aos cuidados do Dr. Jorge Eduardo Assef. O Dr Jorge Assef chamou atenção para quando houve o Congresso do ano passado em Caldas Novas havia um saldo bancário previsto em 31/12/03 de R$ 551.731,00. Lembramos que o saldo bancário em 31/12/02 era de R$ 306.453,00. Assim o Dr. Jorge considerou que o Departamento aumentaria esse valor em R$ 245.278,00 equivalendo a um ganho percentual de 80%. Chamou atenção de que a previsão real foi errada porque na verdade em 31/12/03 o Departamento fechou com R$ 621.978,91, quase R$ 100.000,00 a mais que nós esperávamos. Isso em relação à posição financeira de 31/12/02, R$ 306.000,00 a mais diferença de R$ 315.000,00, ou seja, durante o primeiro ano de nossa gestão nós aumentamos o caixa do Departamento de R$ 306.000,00 para quase R$ 622.00,00, ou seja, de praticamente 103% e isso é dinheiro que está em caixa em 12/03. Mesmo com esse quadro favorável, continuou o Dr. Jorge, “nós temos uma meta traçada, temos planos e continuaremos, conforme o Cacá falou ontem em discurso na abertura do Congresso. O Dr. Jorge continuou” nós reajustamos, pelo valor da inflação, as taxas cobradas pelo Departamento. Calculamos como foi o aumento da inflação e do custo do Departamento de R$ 174,00 para R$ 200,00 o valor da anuidade. Aumentamos a prova de R$ 174,00 para R$ 215,00 tivemos uma aquisição anual para revista pelo esforço do trabalho do Cacá e da Claudia Monaco e continuamos supervisionando os Congressos. Assim, elaboramos a planilha orçamentária desse Congresso atual de Minas Gerais e junto com o Presidente Dr. José Luiz Barros Pena, a Diretoria negociou junto as empresas a venda de alguns pacotes, eu cito aqui a GE e a Phillips, adequamos os custos do Congresso e continuamos com controle rigoroso de despesas. Então em 31/12/03 nossa posição bancária (quatro meses) atrás era R$ 621.978,00. Até o momento 1.123 sócios estão quites com o Departamento, pagaram a anuidade de 2004 e não devem nada, então entrou R$ 244.000,00. Valor arrecadado com a prova de título: R$ 27.500,00. É preciso só lembrar que para estimular as pessoas a virem para o nosso Congresso nós retiramos a prova de especialista dos Congressos da SBC. Portanto os candidatos a especialistas em Eco terão de vir ao Congresso de Ecocardiografia. O gasto mensal com o Departamento nesses primeiros meses janeiro, fevereiro, março e abril foi, aproximadamente, R$ 56.000,00, gastos com premiações são R$ 15.000,00 mais R$ 5.000,00 de impostos, é incrível como mesmo saindo sob a forma de premiação nós temos que pagar vários impostos. Assim, R$ 15.000,00 para os médicos representa mais R$ 5.000,00 em impostos. A rentabilidade financeira só esse ano R$ 30.566,00 tivemos outras entradas. Isso significa que hoje, pelo menos no dia 30/04/04 nós temos em caixa R$ 865.526,00. Qual é a nossa previsão para os próximos sete ou oito meses? Nós estimamos no mínimo um lucro de R$ 150.000,00 deste Congresso. Percebam que os Congressos passaram a ser superavitários, pois existe sempre um trabalho conjunto da equipe que toca o Congresso com o Departamento. Eu diria aos senhores que espero, na verdade, algo em torno de R$ 200.000,00 deste Congresso, o que seria o Congresso mais superavitário de todos os Congressos que fizemos até agora. Através do ganho com aplicações teremos aproximadamente R$ 80.000,00 e gastaremos com o Departamento de maio a dezembro algo em torno de R$ 120.000,00. Então esse valor de R$ 165.000,00 deve chegar em 31 de dezembro desse ano em R$ 975.000,00, ou seja, acredito que nós vamos chegar a um milhão de reais, de uma maneira assim, digamos até um pouco pessimista “. A previsão que eu faço, continuou o Dr. Jorge, é a de que nós vamos virar o ano com aproximadamente um milhão de reais em caixa. Há quatro anos atrás o Dr. Castillo teve que pedir R$ 82.000,00 e entregou o departamento de (-) R$ 82.000,00 para (+) R$ 306.000,00 já foi um aumento de 5 vezes e em dois anos eu tenho a impressão que nós vamos sair dos 300 mil e passar para um milhão. Ontem no discurso que a hora já era de começar a relação e nós vamos a partir do nosso objetivo (e isso tem que ficar muito claro), depois do nosso objetivo ter sido alcançado nós vamos ter um doce dilema: como passar a devolver ou retribuir o dinheiro para os Membros do Departamento, isso caberá à Diretoria e a vocês todos. De maneira geral vocês podem ficar tranqüilos a gente fecha o ano numa situação muito boa financeiramente”, completou o Dr. Jorge Assef.

O Dr. Carlos Eduardo Suaide Silva manifestou que gostaria de dar os parabéns para o Dr. Jorge Assef, salientando qual era o objetivo de tudo isso. Porque algumas pessoas podem achar que o Departamento está acumulando dinheiro sem ter uma determinação o que fazer com este dinheiro. Completou afirmando que o objetivo é que o Departamento tenha uma estabilidade financeira para pelo menos se conduzir por conta própria por no mínimo dois anos, porque não sabemos o que pode acontecer, podemos pegar um ano difícil para a indústria, etc. e também porque você pode fazer os Congressos de uma forma mais relaxada, sem submeter-se a algum tipo de pressão. Assim determinados os objetivos nós vamos analisar qual seria a melhor maneira, junto com todas as pessoas, para retribuir esse dinheiro aos sócios da melhor maneira possível. O que nós podemos então dizer é que o Departamento está sendo muito bem cuidado e muito bem gerido. O Dr. Carlos Eduardo também anunciou que o Dr. Jorge Eduardo Assef já foi eleito como Presidente Futuro do Departamento de Ecocardiografia, assim como toda Diretoria com votação pela internet, a partir do dia 01/01/05 ele disse que existe um processo de mudança de Estatuto nos Departamentos e Regionais da SBC que está sendo analisado agora. A SBC está tentando normatizar e uniformizar os Estatutos, que são Regimentos Internos, dos seus Departamentos e Regionais. Nós temos um período de um ano, um ano e pouco para adequar o nosso Regimento Interno e a tendência que a gente imagina é que cada vez mais nós vamos ficar parecidos em termos de estrutura com a SBC, ou seja, eleição para Presidente Futuro, que vai ficar os dois anos juntos como Presidente futuro, etc. Os Departamentos e Regionais vão passar aos poucos a funcionar de maneira semelhante. Então, nós recebemos esta proposta recentemente e não tem ninguém ainda. que mudou isso. Temos um tempo ainda de fazer algumas mudanças e isso vai ser comunicado a todos os sócios no seu devido tempo. Criamos uma Comissão de Ética, que estava ano passado deve se lembrar que essa Comissão trabalhou já alguma coisa durante esse ano, tentando produzir um projeto como deve ser essa Comissão no Departamento, o que não é uma coisa fácil de se conduzir. O Dr. Washington ficou responsável para Coordenar este projeto e junto com ele está o Dr. Heron de São Paulo, e eles já montaram um piloto, e nós gostaríamos que o Dr. Washington apresentasse para a gente agora mais ou menos como surgiu isso e qual a idéia da Comissão de Ética que estamos tentando criar.

O Dr. Washington então iniciou a fala: “basicamente o que a gente pensou e discutiu foi na verdade começar criando uma tentativa de padronizar a qualidade dos diversos serviços de Ecocardiografia no Brasil. A partir de um trabalho já desenvolvido pelo Colégio Brasileiro de Radiologia em que eles dão os selos de qualidade para os serviços que se adequam a uma série de normas quer sejam Mamografias, quer sejam Ultra-Sonografia, nós estamos fazer um projeto similar aproveitando um pouco dessa experiência que em conversas com o pessoal da Radiologia e nós estamos aqui apresentando um grande piloto desse projeto que seria um projeto de Certificar a Qualidade de diversos serviços que se interessassem para receber, isso é, importante também à gente colocar, vai ser sempre um processo voluntário. Os serviços é que vão se prontificar a serem qualificados e receber o Certificado de Qualificação. Esse projeto é um projeto amplo, a SBC está pensando em expandir isso para os demais segmentos da SBC e visa no futuro a gente recomendar aos contratantes dos serviços médicos a utilização ou a preferência para credenciamento desses serviços Qualificados”.

Continuou ele “aqui seria uma proposta para as normas básicas para se obter o Certificado de Qualificação em Ecocardiografia. Algumas normas que nós colocamos, quer dizer isso que estou falando é a proposta inicial, mas que o produto final será exatamente o produto de sugestões de todos nós do Departamento. O responsável pelo serviço deve trabalhar na área de Ecocardiografia por um período não inferior a doze meses, ser Habilitado na área e obviamente estar em dia com o Departamento de Eco para poder manter as metas do Dr Assef. Todos os médicos deverão ser Membros do Departamento de Eco independente de possuírem o Certificado da Habilitação. Colocamos a um limite do ano 2006, mas que isso também vai ser fruto das nossas conversas, nossas sugestões para a gente colocar qual seria o limite para que todos os médicos do corpo clínico também tivessem o Título de Especialista para que o serviço recebesse esta Certificação do Departamento. Existem certas normais também a respeito da área física e instalações. Isso sempre de acordo com a cidade, o estado, a Vigilância Sanitária pode pedir alguma coisa diferente. Hoje, por exemplo, no estado do Rio, a Vigilância Sanitária exige ter uma pia na sala de exame. Quer dizer então, que se você receber hoje o Certificado da Vigilância Sanitária do Rio de Janeiro, o serviço só pode começar a funcionar se tiver uma pia dentro da sala. São detalhes regionais, então a gente vai ter que trabalhar respeitando os aspectos da Vigilância Sanitária de cada estado”.

Os equipamentos como o serviço de Eco nós consideramos no mínimo tenha dois transdutores, um para adultos e outro para crianças que possa fazer a documentação colorida e documentação preta e branca utilizando ainda uma impressora de alta sensibilidade, uma vídeo printer, uma impressora a laser, ou a jato de cera; tanto para documentação colorida quanto para preto e branco. Como existe uma Diretriz do Departamento de Eco sobre como fazer o exame, obviamente que essa documentação deverá sempre atender a Diretriz do Departamento. O médico deverá sempre assinar o exame. O serviço que preencher aqueles pré-requisitos pode então solicitar ao Departamento de Eco o seu Certificado de Qualificação para isso ele vai obviamente preencher formulários adequado e anexar Alvará de Funcionamento da Vigilância Sanitária (veja a parte que falamos) para a gente poder Certificar um serviço que esteja de acordo com a legislação na sua região. A forma física das instalações está com previsão, isso também a gente vai decidir como é que vai ser esse procedimento, cópia do exame com laudo, com tudo, com a documentação fotográfica. Então o serviço que preencher todos os requisitos passará por vistoria da Comissão de Certificação de Qualidade. Então, uma vez cumprido todos estes itens, aí sim, o serviço estaria Habilitado a receber uma Comissão do Departamento de Eco e assim constatar in loco o cumprimento de todos aqueles itens e aí sim, o serviço estaria Habilitado a receber o Certificado. Após o preenchimento dos requisitos necessários, o DEPECO teria três meses para efetuar a vistoria e emitir o Certificado que terá a validade de dois anos. Normalmente isso tudo é proposta, é três meses, seis meses, o Certificado é um ano, dois anos, cinco anos. Tudo isso é para ser discutido. Se o serviço tiver mais de uma unidade deverá proceder a sua solicitação individualizada para cada uma.delas, ou seja, dez unidades, dez certificações independentes. No inicio do ano 2006 todos os convênios e seguradoras serão informadas pela Diretoria do Departamento da importância de exigir a Certificação dos serviços credenciados. Provavelmente aqui, sempre em termos de recomendação, então não podemos obrigar nenhum serviço a se credenciar, muito menos tentar obrigar as seguradoras que só trabalhem com serviços credenciados. Então é sempre em termo de recomendação.

O Dr. Carlos Eduardo Suaide Silva tomou a palavra “nós queremos colocar pelo menos um piloto na internet e abrir um canal para comentários, sugestões, para que nós podermos depois criar já uma coisa um pouco mais perto do definitivo. Novamente voltar isso para a internet e aprovado por todo mundo a gente começar a fazer a coisa funcionar de fato. Então se alguém tiver algum comentário ou alguma sugestão a respeito disso. A platéia interrogou se haverá custo e o Dr. Washington respondeu que tudo isso são coisas que vão ser determinadas por cada um de nós. Então é óbvio que se vão uma Comissão de duas ou três pessoas no local isso tem um custo, agora vai caber a nós decidir se este custo vai ser bancado por um serviço ou então o excelente caixa do Dr. Assef. O Dr. Carlos Eduardo chamou a atenção para a necessidade de se calcular direitinho qual a despesa que o Departamento vai ter para fazer este tipo de procedimento. Vamos imaginar, continuou ele, só fazer uma idéia, quantos serviços de Ecos você acha que poderão estar sendo Certificados no primeiro ano, que não deve ser pouca coisa, já se enquadra nas condições, pois muita gente vai querer este Certificado. Nós vamos ter que ter uma Comissão ou pessoas para visitar estes serviços. Em termos de custo quanto isso custar para o Departamento? Nós vamos ter que formar Comissões Regionais para cada um, para diminuir custos, etc. A Dra. Márcia Barbosa tomou a palavra e inicialmente deu os parabéns ao Dr. Washington pelo grande trabalho e chamou a atenção sobre os custos do procedimento e a utilização de Comissão local, pois”, é complicado, imagine você sendo analisada por uma pessoa, por um concorrente de sua cidade, se o seu serviço é ou não um bom serviço, obviamente eu acho que o responsável pela inspeção não pode ser da cidade.por questões óbvias, a gente não está entrando em questão ética, de concorrência etc. O Dr. Sérgio Pontes tomou a palavra, afirmando sobre a inspeção local dos serviços no ato do credenciamento, ou seja, “o preço de uma passagem de avião é um absurdo, se nós considerarmos que os Certificados dados pela Vigilância Sanitária, licenças da Prefeitura, sejam corretos, isso teoricamente bastaria, não haveria necessidade de locomover um grupo para fiscalizar um local tão distante, eu acho que precisamos pensar mais ou menos nessa parte de custos, que é muito alta”. O Dr. Jorge Assef tomou a palavra dizendo que a possível Comissão que inspecionará os serviços não deve ser obrigatoriamente de São Paulo. Chamou a atenção que todos os documentos necessários para o funcionamento nem sempre são sujeitos a uma vistoria. O Dr. Washington tomou a palavra e disse que o próprio Colégio Brasileiro de Radiologia no caso da Mamografia eles fazem essa avaliação. Você manda as fotos, os Rx, envia os documentos eles aprovam. A Comissão de Ultra-Sonografia faz a visitação, Então quer dizer é uma coisa que vai demandar debate e sugestões. A gente trouxe aqui exatamente a origem do debate. Isso vai estar aberto. O Dr. Carlos Eduardo Suaide ponderou que não é algo que tem que ser resolvido exatamente naquele momento. O Dr. Jorge Assef ponderou que todos devem ter tempo para pensar com calma e assumir uma posição, ou via internet ou mesmo numa próxima Assembléia.

O Dr. Cláudio Fischer tomou a palavra dizendo, “não dá para se exigir que todos os Membros a partir de 2006 tenham o Título de Habilitação, existe uma filosofia e eu como Coordenador da Comissão, de dificultar para tentar valorizar o Título, talvez a possibilidade de aprovação diminua este ano. Achamos que a exigência de que todos tenham o Título seja inviável. o que deve ser feito seria exigir um número de médicos assistentes por um tipo proporcional ao número de pessoas que trabalham que tenha o Título, ou seja, um percentual”.

O Dr. Carlos Eduardo Suaide Silva sugeriu que inicialmente pelo menos o Membro Coordenador de serviço deveria ser Titulado.

O Dr. Fisher continuou a afirmar passou no último ano por um processo de Qualificação e Certificação de Qualidade de todo o serviço de diagnóstico no Hospital Albert Einstein. “Isso tem um custo muito alto, e não vai dar para o Departamento arcar com este custo. Uma coisa que é importante treinar quem vai auditar o serviço. Se for optar por ir alguém avaliar é aquilo que a Dra. Márcia colocou, não dá para ser uma coisa caseira, tem que ser uma Comissão de Auditores, que vão definir exatamente o que vai ser visto, o que precisa ser avaliado e esta pessoa vai ter que se deslocar e não precisa ser necessariamente São Paulo e isso tem um custo muito grande. Quem normalmente arca com este custo é a própria instituição que está pleiteando a patentificação. O custo não deve representar um custo adicional para o Departamento e acho que tem que ser um custo justo que a Instituição vai estar pagando para o obter esta Certificação assim como o Título de Habilitação são pagos por candidatos, mas sim o custo que é da prova”.

O Dr. Jorge Assef disse que concordava plenamente pelo o que foi exposto pelo Dr. Cláudio Fischer e perguntou ao Dr. Washington se a Habilitação seria dada por inteiro, isto é, se o serviço estaria qualificado para fazer adultos, crianças, esofágico, estresse, etc. O Dr. Washington respondeu “quando a gente começou, nós pensamos em exigir um transdutor de adultos, crianças, vascular, transesofágico. Mas nem todo mundo faz isso no Brasil, alguém pode se propor a fazer Eco de adulto com qualidade e merece ser Qualificado. O Dr. Jorge Assef perguntou se essa Qualificação será estendida por outras como um serviço apto a fazer Eco de criança também. O Dr. Washington respondeu que vai ter que abrir este debate e que não se poderia exigir que tenha transdutor transesofágico multiplano, faça strain, etc.” “quer dizer, aí vira uma coisa polêmica para Qualificar o serviço e não é essa a intenção, a intenção é que você tenha uma padronização mínima. Tem que nivelar a nível bom, mas não um top, mas também nós podemos criar esse serviço para Qualificar para adultos, crianças. São coisas que a gente pode optar”.

O Dr. Wilson Mathias tomou a palavra: “Eu acho que por um lado que o Dr. Washington falou você não pode deixar o serviço bom de Qualidade, que só faz Eco transtorácico fora desta Certificação porque não tem um transdutor transesofágico, mas que por outro lado o serviço que se propõe a fazer o Eco transesofágico tem que atender a normas totalmente diferentes. A Vigilância Sanitária, tem recomendações com relação a locais para esterilização do transdutor, etc. Uma idéia boa seria tentar colocar níveis diferenciados: pediátrico, por exemplo, o indivíduo teria que ter uma formação específica, não e só o transdutor, acho que é uma idéia boa especificar”.

O Dr. César Nascimento tomou a palavra:

Eu quero falar sobre um assunto bem rápido é o seguinte. Eu dediquei grande parte da minha vida à Ecocardiografia no serviço público. Talvez este assunto não seja exatamente para agora, mas o Dr. Assef, que é uma pessoa sensível e justa, tem até janeiro do próximo ano para pensar no que eu vou falar. Vendo os trabalhos que nós recebemos aí, tem 50 trabalhos de São Paulo, 19 de Belo Horizonte, 19 do Rio, um número muito pequeno do Norte, um de Natal, outro pelo lado da Bahia, poucos trabalhos vieram, alguma coisa está acontecendo. Então alguma coisa está acontecendo na distribuição da Ecocardiografia no Brasil, já que a Sociedade é Brasileira de Ecocardiografia. Então este é o aspecto que eu queria ressaltar. O outro aspecto é a Ecocardiografia não é para Ecocardigrafista, nem Phillips, Siemens, é para paciente. Então nós temos que procurar uma forma, nós enquanto Sociedade Brasileira de Ecocardiografia, e propor uma distribuição desse Ecocardiografia. Um ecocardiógrafo genérico brasileiro, como nós já tivemos há alguns anos atrás e faliu, que pudesse fazer uma Ecocardiografia básica em todos os estados do Brasil e a Ecocardiografia mais específica, o strain rate, tridimensional tudo isso seria para os grandes centros. Então é um assunto para refletir. Estamos pensando de forma muito localizada Rio, São Paulo, Minas Gerais, e o Brasil é um todo e por favor é só para pensar.

O Dr. Jorge Assef ponderou todos nós temos o direito de falar o que pensamos “mas na realidade também é inverso, isso não é um problema do Departamento, isso é uma escolha das pessoas, quer dizer se a maioria das pessoas fica nos dois centros São Paulo e Rio isso é bom para nós, se um Congresso desse tem 50 trabalhos de São Paulo, 19 de Belo Horizonte, um de lá de cima, isso significa que a produção científica lá em cima não está sendo tão estimulada como aqui em baixo, talvez a gente até possa tentar salvar, mas o espaço de distribuição não ser homogênea é algo que extrapola qualquer tipo de poder que o Departamento possa usar”.

O Dr. Carlos Eduardo ponderou se havia sido resolvido a discussão do Conselho de Ética e todos da platéia concordaram que isso deveria ser discutido via internet posteriormente.

O Dr. João Batista de Goiânia fez a seguinte declaração:

“Eu gostaria de enfatizar aqui a imensidão do nosso Brasil. Foi mais que comprovado isso aqui agora a necessidade de descentralização, a necessidade de se criar nos nossos estados uma representação do Departamento de Eco. Eu acho que está na hora, que nós estamos grupos de estudos concentrados, estudando em cada estado, interessados no desenvolvimento do Ecocardiograma. Então precisava ser reconhecido estes grupos, isso facilitaria em muito a administração futuras. Deixa aqui a proposta”. O Dr. Jorge Assef perguntou: o que você chama de reconhecimento?

O Dr. João Batista respondeu; “Reconhecer, criar, oficializar uma ligação entre estes grupos e o Departamento porque não existe, são apenas grupos de estudos, então precisaria ser feito um grupo de estudos ligado ao Departamento, orientado com a Diretriz do Departamento, oficializar”.

O Dr. Carlos Eduardo Suaide Silva disse:

Foi mandado um e-mail para gente há um tempo atrás e respondeu. A idéia dele se eu entendi naquela ocasião foi de que existisse um representante Regional do Departamento de Ecocardiografia. Uma representação Estadual do Departamento de Eco, uma pessoa responsável em cada Estado para ser o representante do Departamento de Eco naquele Estado.

A Dra. Márcia disse que na Sociedade Mineira já existe isso há muitos anos. Continuou falando que “atualmente como Presidente agora da Sociedade Mineira, tenho o Presidente do Comitê de Ecocardiografia, que faz Eventos e coisas locais. Eu acho difícil o Departamento interferir, eu acho talvez que o que pudesse ser feito é uma consulta do Departamento a todas as Regionais do Brasil perguntando se eles têm esse tipo de organização e se tiver quem é o representante para aí sim estimulá-los as Regionais que tem e aí estar havendo maior interação do Departamento com o representante da Regional da SBC naquele Estado”.

O Dr. Djair tomou a palavra: “Lá em cima nós também temos em cada setor Estaduais, não só Regionais, lá são norte-nordeste, sudeste, sudoeste e centro-oeste são as Estaduais. Como a Dra. Márcia falou você tem uma espécie de Comitê ou Departamento em cada área, como Hemodinâmica e assim por diante. Então acho que poderia ser feita uma ligação entre os representantes Estaduais com o Departamento de Ecocardiografia, não só responder a SBC como membro de um Comitê ou uma Comissão Estadual, mas também com uma ligação com o Departamento”.

O Dr. Castillo tomou a palavra: “Eu acho que a idéia do Dr. Djair é boa. Eu quero lembrar a vocês que quando fizemos a primeira administração do Departamento foram criadas as Comissões Estaduais e que foram desativadas por total e absoluta ineficiência. Portanto este programa de Comissões Regionais em cada Estado começou a funcionar e não deu certo, por este motivo foram desativadas do Departamento de Eco, no segundo ou terceiro ano de funcionamento. Agora a respeito da proposta do Dr. Djair, de que as Regionais da SBC seguirem o Departamento através de Comissões de Ecocardiografia seria muito mais viável do que criar Comissões próprias do Departamento”.

Passou-se a palavra o Dr. Wilson Matias: “só para endossar a idéia da Dra. Márcia e do Dr.Djair é uma coisa que a gente nota nos Congressos Estaduais. A gente percebe, por exemplo, no Congresso da SOCESP, que dependendo da Diretoria e do Presidente do Congresso a participação da Ecocardiografia no Congresso da SOCESP ela é maior ou menor. Existem alguns Congressos da SOCESP que a gente quase não vê Ecocardiografia. Então eu endosso plenamente essa colocação da Dra. Márcia e do Dr. Djair, eu acho que a gente não pode ficar falando só para gente, então falar para gente é aqui, no nosso Congresso de Eco. Agora o Departamento tem um papel de influenciar politicamente junto a sociedade da SBC, SOCESP, Sociedade Carioca de Cardiologia, para tentar criar esta divisão, esse Conselho de Ecocardiografia que é muito importante, porque isso vai ajudar a aumentar muito a participação do Eco nos Congressos de Cardiologia”.

O Dr. Jorge Assef tomou a palavra dizendo que “isso na realidade já existe isso em relação a SBC. A SBC sempre nos consulta, consulta o departamento para que nós opinemos sobre a participação dos ecocardiografistas nos Congressos da SBC. De fato o que falta é nós entrarmos em contato mais com as Sociedades locais, a SOCESP, a SOGERJ e assim por diante, e tentarmos conscientizar que seria interessante eles consultarem também o Departamento ou os Órgãos Regionais que representam o Departamento para que a gente possa atuar melhor nos Congressos Regionais”.

O Dr. Arnaldo Rabischoffsky tomou a palavra dizendo: “Nós lá no Rio criamos o Departamento de Ecocardiografia da Sociedade de Cardiologia do Rio de Janeiro e corroborando o que foi falado aqui, quer dizer isso, isso foi um passo grande. No próximo Congresso, foi a primeira vez que nós tivemos alguma atuação aumentado muito a nossa participação no Congresso a gente conseguiu coisas que historicamente nunca tinha conseguido. Então eu acho que esse Departamentos vinculados às Sociedades Regionais são bastantes interessantes. Nós fizemos uma jornada de Ecocardiografia com mais de 100 pessoas, teve um impasse no Estado bastante interessante”.

A Dra. Márcia Barbosa novamente tomou a palavra: “Acho que para fechar isso a gente devia estimular as Estaduais a criar as que não tem e talvez, semelhante ao que a SBC faz, nos consultar para a organização do Congresso da SBC, a gente deveria também consultar as Estaduais com relação ao nosso Congresso Brasileiro de Eco com relação a convidados, etc. talvez fosse uma forma mais democrática”.

O Dr. Djair tomou a palavra: O colega Arnaldo Rabischoffsky levantou bem a questão da participação da Ecocardiografia nos Congressos de Cardiologia Nacional e nos Congressos de Cardiologia Regionais e nos Congressos de Cardiologia de cada Estado a diferença é por causa o nosso mercado de trabalho, aonde vamos ao encontro do médico cardiologista.

O Dr. Carlos Eduardo ponderou: ‘Precisamos saber como funciona isso, como chegar numa Sociedade Estadual e solicitar que ela tenha um Departamento de Ecocardiografia, mas isso seria interessante para as mudanças de Regimento Interno, talvez fosse até interessante se a gente conseguisse da SBC nessa mudança do nosso Regimento Interno para haver um setor como Departamento de Ecocardiografia, na Regional SOCESP, por exemplo, Departamento de Hipertensão etc, com pessoas responsáveis por estas atividades “. O Dr. Djair Brindeiro continuou afirmando que” Ainda na gestão do Dr. Juarez existe um Coordenador do Departamento pelo qual está ligado à SBC, e um Coordenador Estadual. É fácil, não se esqueçam que esse Departamento Estadual, Regional tudo é SBC, é uma coisa só “. O Dr. Carlos Eduardo disse:” Hoje nós temos algumas pessoas, A Dra. Márcia está aqui, Presidente de Regional, tem pessoas que poderiam resolver esse problema no seu Estado, mas o ideal que isso viesse, enfim, se fosse uma coisa uniforme. É muito interessante isso, é como a Dra. Sandra disse consultar a Regional também para fazer a nossa programação Científica do Congresso é uma coisa democrática e que talvez nos dê pessoas que a gente não sabe no que estão trabalhando, o que estão produzindo, eu acho interessante isso, inclusive na SBC existe uma norma para fazer isso, a escolha do número de participantes da Ecocardiografia nos Congressos Nacionais da SBC é proporcional à participação Científica que estas pessoas tem durante o ano e proporcional a número de associados, existe uma regra para fazer isso, quer dizer, o Departamento de Eco de acordo com o número de participações que teve no ano, o número de trabalhos que mandou tem uma cota de participantes, ou de atividades para fazer no ano seguinte, isso não é uma coisa aleatória, existe uma normatização para isso, até tentar fazer uma coisa parecida com Regionais e tudo mais. Eu acho que é uma idéia interessante a Diretoria deve pensar nisso e trabalhar em cima disso, acho que a solução é esta. A gente deve tentar estimular uma participação maior da Ecocardiografia nos Congressos Estaduais. Só tem uma coisa em questão de ordem aqui, para constar na ata e ser gravado nós vamos ler a Diretoria inteira que foi eleita, o Presidente Dr. Jorge Eduardo Assef (São Paulo), o Vice-Presidente Dr. Rogério Tasca (Rio de Janeiro), Secretário Dr. Washington Barbosa de Araújo (Rio de Janeiro), Tesoureiro Dr.Wilson Mathias Júnior (São Paulo) Editor da Revista Dr. Valdir Ambrósio Moisés e no Conselho Deliberativo o Presidente Dr Sérgio Cunha Pontes Júnior. e Membros Dr. Djair Falcão Filho, Dr.José Eloy da Costa Filho, Dr. José Lázaro de Andrade, Dra. Márcia de Melo Barbosa, Dr. Orlando Campos Filho, Dr. Oscar Francisco Sanchez Osela e Dr. Paulo Zelinsky. Então essa é a nova Diretoria que vai ser empossada a partir de 01 de janeiro do ano que vem, uma salva de palmas eu gostaria de pedir “”.

E outro assunto de caráter geral que eu tenho aqui para discutir com os senhores, continuou o Dr. Carlos Eduardo, é com relação, isso é uma idéia que surgiu agora, recentemente com a escolha de locais para Congressos. A gente teve, o ano passado uma sugestão de uma cidade e esse ano nós já fomos consultados, nós já fomos procurados também por colegas para sugerir outras cidades, isso nós vamos abrir para a platéia depois. Eu queria pedir ou sugerir o seguinte: existe também na SBC, uma maneira como esta escolha é realizada e existe uma filosofia da nossa Diretoria de tentar ao máximo ter um controle maior sobre os Congressos. O Departamento está indo bem porque nós estamos também no nosso Congresso assumindo um controle muito em conjunto com a Comissão Organizadora e a Presidência do Congresso. O objetivo nosso é continuar fazendo esse tipo de coisa. A SBC tem uma Comissão que verifica as cidades que se candidatam a receber um Congresso da Sociedade. É claro que é uma coisa de um tamanho muito maior do que o nosso, mas essa Comissão vai ao local verifica números de vôos, número de vagas nos hotéis, as facilidades de se chegar nessa cidade pelos patrocinadores, é uma série de itens em que vai uma Comissão Técnica para avaliar aquele local que foi sugerido. Eu queria propor que isso fosse realizado também no Departamento, que a gente sugerisse locais na nossa Assembléia e esses locais fossem avaliados pela Diretoria e pelo Conselho Deliberativo e o Departamento decidisse qual é o local mais adequado que trará o melhor retorno para o Departamento de Eco. Acho que continua sendo uma maneira democrática, mas a gente vai atingir um nível tal que nós vamos ter vários cidades candidatas que terão de apresentar uma condição mínima de receber um Congresso e precisa também ter a possibilidade.de que este Congresso dê um retorno financeiro, científico, enfim, que seja um Congresso com retorno bastante satisfatório para esse Departamento. Então eu queria colocar isso em votação que as pessoas concordam com essa idéia e continuam sugerindo os locais para que esses locais e que a decisão do final do local seja feita por uma Comissão do Departamento como Diretoria e Conselho Deliberativo. A proposta é esta, que se for contra essa proposta que se manifeste e se alguém tem alguma outra proposta pode apresentar. Tomou a palavra o Dr. João de Goiás e disse que gostaria de aprovar a proposta e sugeriu fosse feita uma Comissão dos três últimos Congressos, porque estão mais por dentro dos problemas que aconteceram, ou que participassem dessa Comissão que incluíssem os três últimos Presidentes. O Dr. Jorge Assef disse “Ë bem verdade que os Presidentes dos Congressos são os que mais vestem a camisa do Congresso, eles procuram se cercar de pessoas inteligentes, trabalhadoras, mas às vezes conta o sacrifício do Presidente do Congresso, o que tem mostrado os últimos Congressos que nós fizemos. Só que nos últimos anos isso vem sendo mudado e junto com o Presidente do Congresso está a Diretoria do Departamento de Eco foi assim esse ano e foi assim o ano passado foi assim em São Paulo. Então a Diretoria do Departamento é que tem assumido ou parcialmente ou integralmente a organização e a parte financeira dos Congressos do Departamento de Eco. Então eu não sei se é uma boa idéia deixar os Presidentes dos Congressos de Eco fazerem isso, provavelmente isso deveria ficar na mão do Departamento de Eco. O Congresso é do Departamento e cabe a ele determinar se o local é bom ou não, se local será rentável ou não e depois a gente vê quem se habilita a isso. Eu acho que o Departamento precisa se profissionalizar. Em cima disto existem centenas de outras idéias como eleger empresas que sempre faça o que a gente quer se não a cada ano como tem acontecido, marca reunião entre o Departamento e a nova empresa, para dizer olhe isso tem que ser feito assim e assim, porque as experiências recentes mostram se o Departamento não assume as coisas da maneira que devem ser o Congresso é deficitário e como o fundo do poço sempre há o Departamento se é deficitário e deve o dinheiro somos nós, eu acho que o Departamento é quem tem que tomar responsabilidade em suas mãos, essa é minha opinião”. O Dr. Djair tomou a palavra, dizendo “Essa é a filosofia que nós começamos a estabelecer desde a gestão anterior. Agora é eu acho que a questão do local especificamente tem que ter muito cuidado, eu vou dar um exemplo que foi, por exemplo, não Congresso de Eco, mas o de Cardiologia em Goiânia. O Departamento da SBC vai lá e faz uma avaliação, mas por outro lado devemos dar condições para este país não só do ponto de vista ecocardiográfico, mas do ponto de vista geral. Possa desenvolver com menos desigualdade e a gente possa manter este programa de socialização. Na medida em que se faz um Congresso em São Paulo que dê um lucro ótimo para o Departamento eu acho que esse dinheiro, que está em caixa, deve ser revertido em favor dos sócios e nada melhor do que você criar menos desigualdade entre as Regiões e os Estados você leva o Congresso como você levou para Goiânia, foi um excelente Congresso. Alguma cidade do nordeste que tenha condição também, até então o que acho é que a administração deve ser feita pelo Departamento sim, porque ele é responsável pela administração que nós pagamos ao Departamento. Quanto à questão da escolha, acho que a sugestão da escolha tem que ser feita na Assembléia”.

O Dr. Carlos Eduardo afirmou: “Eu discordo, temos aqui uma Assembléia. Em momento algum estou querendo dizer que o Departamento não deva fazer Congresso em Goiânia em Maceió e nem Florianópolis, Porto Alegre, eu não estou dizendo isso. Eu estou dizendo o seguinte, essa Assembléia pode candidatar todas essas cidades que ela quiser, quem deve escolher isso, entre várias cidades, se tiver uma cidade só que se candidatou para fazer, nós vamos ter que decidir o que nós vamos fazer, se vai ser uma cidade que não tem a menor condição de levar a indústria de equipamentos, dificuldades para as pessoas irem para lá. A Diretoria do Departamento é que tem que indicar essa opinião final. Então eu acho que sim, a gente deve sugerir a cidade que a gente quiser aqui, acho que numa Assembléia, uma Assembléia pequena, se nesta Assembléia foi feita qualquer lobby lá fora para se votar uma determinada cidade que a Diretoria ache não vale a pena fazer ou manter uma decisão de levar um Congresso para um local por uma minoria que se beneficiou de uma situação de uma Assembléia, que sabe como se funciona. Eu acho o seguinte, não tem problema nenhum é o Departamento vai analisar que estas sugestões, se tiver mais de uma, duas, três analisaremos a que pode reverter em melhor maneira para o Departamento, é só essa a proposta que eu fiz”.

O Dr. Washington tomou a palavra: “Talvez fosse até uma questão de inverter a ordem da coisa, quer dizer, as cidades se candidatariam, a Diretoria habilitaria as que achasse adequadas e depois em Assembléia, a gente teria as cidades A,B, C já qualificadas ou habilitadas. E aí, na Assembléia se votaria onde seria o Congresso. Assim, em vez da gente vir aqui propor as cidades A, B ou C, todos aqueles que quisessem fazer se inscrevessem junto com a Diretoria e na Assembléia a Diretoria já traria quais seriam aquelas previamente qualificadas.

O Dr. Jorge Assef tomou a palavra: “Eu acho essa idéia do Dr. Washington muito boa, pertinente, desde que a gente continue ainda no esquema estabelecido, uma vez no eixo e uma vez fora, porque não existe como comparar. Os Congressos realizados no eixo são os Congressos com maior número de pessoas, ou seja, são os Congressos de mais fácil acesso, para quem vem lá de cima, para quem vem lá de baixo e são os Congressos financeiramente mais rentáveis. Acho que tudo isso pode ser discutido, mas acho que o Departamento não deve abrir mão nunca de ter, a cada dois anos, um Congresso no Rio ou em São Paulo ou em Belo Horizonte. Aí sim, as cidades que querem fazer um Congresso fora do eixo se candidatam, essa proposta vem até a Diretoria, vamos supor que sejam cinco propostas, duas nós vemos que não tem condições, porque não tem apoio da indústria, nós vamos consultar indústrias, se bem que o nós estamos trabalhando é justamente no sentido oposto, é para que cada vez mais, com dinheiro em caixa, ficar independente do investimento deles, mas ficar independente é uma coisa, não querer é outra. Eu acho a proposta do Dr. Washington inteligente e interessante”. O Dr. Djair tomou a palavra: “Eu queria saber porque há cerca de três anos um colega de uma cidade, da região nordeste, está pleiteando isso. Eu oficialmente me comprometi a apoiá-lo”. O Dr. Carlos Eduardo lembrou que é preciso votar essa decisão.

O Dr. Jorge Assef tomou a palavra: “Quero lembrar aos senhores que nós já temos um Congresso marcado para o ano que vem é de Curitiba, e temos já um Congresso para 2006 que é será na cidade de São Paulo, em conversa com Dr. Benedito Maciel, ficou definido que o Congresso será mesmo na cidade de São Paulo. Eu acho que a gente pode amadurecer esta idéia com calma, a gente não precisa se precipitar. Não é que só temos um Congresso, o outro também está em andamento”.

O Dr. Carlos Eduardo Suaide Silva sugeriu que as propostas pudessem ser votadas inclusive naquele momento da Assembléia.

Outros sócios sugeriram que a votação fosse feita pela internet.

O Dr. Orlando Campos tomou a palavra: “Seguindo a orientação do Dr. Washington, eu acho excelente, pertinente a proposta dele e eu acho que agora cabe às pessoas postularem e a partir daí o próprio Departamento vai julgar a procedência ou não, vai cumprir os requisitos necessários para que ela seja viabilizada. Havendo mais de uma, põe-se na Assembléia em votação, acho que isso é coerente ou votar pela internet como foi sugerido, pois bem pela internet que pode dar uma a representatividade maior. Na seqüência, como Curitiba vai ser contemplada, quer dizer a região do sul vai ser contemplada, depois virá São Paulo, na periodicidade eu sugiro como proposta que a próxima região seja o nordeste. Numa área que não foi ainda visada que seria Maceió, desde que cumpridas as exigências técnicas, financeiras e tudo mais, eu sugiro o nome de uma pessoa no sentido de prestigiar os novos valores, eu sugiro o nome do Dr. Ivan Romero, que está motivado a fazer isso e deve se cercar de apoio da região como o primeiro postulante essa nova dinâmica de seleção”.

Eu acho que as outras que queiram fazer a mesma coisa na região ou fora da região já devem lançar ou agora ou futuramente para depois conhecer a votação.  O Dr. Rogério Tasca sugeriu que seja encaminhada a proposta “por escrito eu quero, eu tenho condições, tenho hotéis, tenho isso, tenho aquilo, tenho acesso e depois se coloca e se vê, para evitar que a gente continue escolhendo na Assembléia, levanto aí eu sugiro fulano, eu sugiro beltrano, eu acho que tem que ser feita uma coisa, a pessoa que está solicitando que mande isso por escrito que tenha condições, isso tem que ser julgado pelo Departamento e pode ser colocado na Assembléia e pode ser ajudado pelas pessoas depois de estar todos por escrito a proposta na mão do Departamento”.

O Dr. Djair Brindeiro tomou a palavra: “Finalmente da questão do nome que fica então registrado em Ata que vai se seguir a mesma norma que vem seguindo em relação à região, em relação ao eixo. O eixo no sul, agora o eixo no norte ou nordeste e agora o eixo no centro-oeste”.

O Dr. Carlos Eduardo Suaide chamou a atenção que nunca houve esse aspecto de eixo fora do sul ou no norte. Apenas eixo e fora do eixo. O Dr. Carlos Eduardo tomou a palavra: “Eu acho que isso deve seguir um bom senso, por que senão nós vamos fazer o seguinte, nós vamos ter que ter um no eixo e outra fora do eixo. A fora do eixo vai ter que se uma no nordeste, uma no sul, uma no centro-oeste, porque vai pleitear, então você vai ficar mais amarrado do que você está hoje. Eu acho é que a gente tem é que ter um bom senso para se decidir onde vai ser esse local. Se a maioria achar, nós não vamos repetir, a mesma região, então não vamos repetir, ninguém tem que impor nada. A gente tem que fazer o que a maioria estiver a fim. Só não quero ficar botando regras tão rígidas, que vai chegar uma hora que a gente vai ser obrigado a fazer em tal cidade porque não vai ter outra como sair daquilo. No Estatuto tá só isso que tem uma no eixo e outra fora do eixo'”.

O Dr. Wilson Mathias tomou a palavra: “Eu ouvi alguém falando, desculpe eu não lembro quem foi, realmente eu acho que a decisão em Assembléia ela é muito perigosa. A gente já teve várias experiências no passado. A internet se for montado um sistema bem profissional onde os candidatos apresentam um projeto para o Congresso na sua cidade. Isso pode ser colocado na página do Departamento, submetida à votação com bastante antecedência, todo mundo do” Departamento vai ter chance para fazer isso.

O Dr. Jorge Assef indicou que a idéia é a de que os candidatos se submetam à avaliação do Departamento. O Dr. Wilson disse que então, que seja depois da avaliação do Departamento. De forma é uma atitude democrática.

A Dra. Daisy de São Paulo tomou a palavra: “Eu faço o seguinte, a gente está falando muito de internet Assembléia. A internet tem que ser usada como meio para ajudar o Departamento. As nossas Assembléias é sobre o Congresso que, se não me engano, tem mais de mil pessoas, as nossas Assembléias nos últimos anos tem sido feitas com um número muito reduzido de pessoas. Acho que à medida que nós tivermos mais poder de votos pela internet, a tendência é daqui a pouco não existir, então nós estamos num impasse com relação às Assembléias e temos que tomar cuidado em colocar a internet nisso, ver qual é a melhor forma e que tipo de assunto deverá ser votado e discutido por ela”.

O Dr. Carlos Eduardo afirmou que a Assembléia não tem como deixar de existir, pois é o órgão máximo do Departamento. A Dra. Daisy argumentou que o poder dela fica reduzido em relação ao número de pessoas presentes.

O Dr. Carlos Eduardo acentuou que a Assembléia não vai perder nunca sua força. O Dr. Rodrigo Baretto sugeriu colocar em uma votação: Primeiro a proposta do Washington:

Passar primeiro as cidades que estão dispostas a sediar o Congresso por escrito, para o Departamento número um – sim ou não?

Segundo deve ser colocada a votação na internet na Assembléia, pronto resolveu.

Alguém contra a proposta do Dr. Washington. perguntou o Dr. Carlos Eduardo.

Então está aprovada a proposta do Dr. Washington.

Então as pessoas que quiserem se candidatar vão fazer uma solicitação formal por escrito ao Departamento explicando as condições do local e os motivos que está candidatando.

Segunda votação: Essa decisão vai ser feita em Assembléia? Quem achar que deve ser feita em Assembléia que se levante.

O Dr. Castillo tomou a palavra: “É uma outra sugestão que não ficou muito claro para mim se a decisão da cidade vai ser feita ou pela internet ou na Assembléia. Eu acho que se essa eleição tem que ser feita via internet, mas a aprovação da cidade tem ser feita na Assembléia”.

O Dr. Jorge Assef tomou a palavra: “Acabou de ser votada a proposta do Dr. Washington que é a seguinte: as cidades que pleiteiam a sede de um futuro Congresso mandariam para o Departamento sua intenção. O Departamento analisará, verá quais são as cidades que de fato interessam para o Departamento. Vamos supor que venham cinco propostas de cinco cidades diferentes, o Departamento fala: estas duas cidades não tem a menor condição de sediar um Congresso Brasileiro de Eco. Sobraram três, como nós vamos escolher qual das três sediará o Congresso de 2007, via internet ou por Assembléia?”.

O Dr. Djair Brindeiro salientou que deve ser determinado um tempo e como foi dito antes na Assembléia, “as cidades que seriam escolhidas fora do eixo como foi Curitiba há dois anos atrás, então você tem que ter um tempo para que as pessoas ou as cidades que estejam interessadas encaminhar para o Departamento. É como se fosse um tempo que tem que está aqui, se não você vai mandar uma semana antes ou um ano antes”.

O Dr. Jorge Assef tomou a palavra: “Você não acha que se, por exemplo, a gente chegasse no Congresso de Curitiba com a sede do Congresso de 2007 já definida não seria uma coisa boa? Então a gente pode definir, por exemplo, a gente espalha, a gente divulga as novas normas agora que estamos em maio, as cidades se habilitariam a sediar o Congresso pelos próximos seis meses, o Departamento rapidamente tem condição de fazer essa análise e a gente coloca num período de janeiro do ano que vem até março do ano que vem a votação via internet, isso é sugestão só. Em março do ano que vem nos já saberíamos qual a cidade eleita, então na próxima Assembléia que será em Curitiba, nós já chegaríamos dizendo o próximo Congresso é em São Paulo e o outro Congresso já foi aprovado na internet será em tal lugar. Eu acho que a gente tem um tempo para fazer isso com calma”. O Dr. José Eloy tomou a palavra: “Como é que as cidades iriam se oferecer? Aí eu ia dar uma sugestão. Porque não é tudo da Sociedade Brasileira e Estaduais, então porque não usa as Estaduais. Digamos o Departamento abre as indicações para quem, qual cidade, via Estadual”.

O Dr. Djair disse “que as pessoas que estão interessadas encaminham para o Departamento. O Departamento vai habilitar ou não aquela cidade como provável, se houver mais de uma, sim, aí vai para votação e você anuncia na próxima Assembléia qual cidade foi escolhida”. O Dr. Carlos Eduardo disse: “É que nós temos que ter um tempo agora só as pessoas que estão aqui que sabem dessa história. Agora é fazer todo mundo ficar sabendo disso para depois saber como são estas regras, primeiro decidir isso. Segunda proposta é depois de escolhida e definida as cidades que tem condições, cidades e Presidentes, isso é importante. A pessoa tem que mandar a proposta dizendo cidades e Presidentes. Vamos votar agora assim a escolha será feita pela Assembléia do ano seguinte. Quem quiser que seja feita pela internet permaneça como está. Foi aprovada decisão pela Internet”. A função do Departamento agora continuou ele, é divulgar isso, nós vamos ter que ter um prazo para divulgar isso para todos os sócios e fixar uma data para que estes sócios enviem estas propostas porque a gente vai definir a data que vai ser feita depois dessa votação se for necessária. Nós vamos assim que começar a semana escolher isso, definir como nós vamos divulgar esta decisão da Assembléia para todos os sócios. Meus assuntos gerais acabaram aqui, existe algum assunto para comentar, alguém gostaria de colocar, perguntou ele. O Dr. Carlos Eduardo ponderou que esta outra cidade pode ser qualquer uma inclusive Curitiba, se todo mundo achar que deve ser Curitiba novamente.

Ele salientou que não deveríamos colocar mais normas nestas decisões, para que a gente não se amarrasse.

O Dr. Rogério Tasca tomou a palavra: “Sou do Rio Grande do Sul, onde nasci com muito orgulho. Então aí de repente chega alguém e diz que Tasca está sendo processado não pode ir. Então ele tem que ter oportunidade de falar isso. Então eu acho que tem que ser escolhido pela internet tem que ser homologada no dia da Assembléia. Tá escolhido, foi no dia da Assembléia, tem alguém contra. É uma homologação oficial que vai ser feita lá, já chega escolhido no dia da Assembléia”. O Dr. Washington tomou a palavra lembrando que o Presidente da SBC é eleito pela internet independente de homologação em Assembléia. O mesmo se repete para o Presidente do Departamento de Eco. O Dr. Carlos Eduardo chamou a atenção para que se houver realmente algum fato grave, ele vai para a Assembléia decidir isso, é claro, é uma exceção, não é regra. Sem outro assunto a decidir o Dr. Carlos Eduardo Suaide Silva declarou encerrado a Assembléia, da qual eu, José Luiz Barros Pena, na qualidade de Secretário, lavrei a presente, que vai por mim assinada e pelo Presidente.